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31.1.11

PENOSO


Rui Pereira, o MAI, ainda não se "curou" da vergonha com os cartões de cidadão do passado dia 23. Mesmo assim, veio, não se sabe bem a que propósito (obter o beneplácito do autarquismo rapace e rotundeiro?), defender a regionalização, essa pestífera mania que volta de vez em quando. Pereira está desprovido de "agenda" e, presume-se, de confiança política interna. Precisa urgentemente de "administrar" qualquer coisa nem que seja o prato requentado da regionalização que ele julga que iria "aprofundar" a democracia. Penoso.

PENOSO


Rui Pereira, o MAI, ainda não se "curou" da vergonha com os cartões de cidadão do passado dia 23. Mesmo assim, veio, não se sabe bem a que propósito (obter o beneplácito do autarquismo rapace e rotundeiro?), defender a regionalização, essa pestífera mania que volta de vez em quando. Pereira está desprovido de "agenda" e, presume-se, de confiança política interna. Precisa urgentemente de "administrar" qualquer coisa nem que seja o prato requentado da regionalização que ele julga que iria "aprofundar" a democracia. Penoso.

21.10.09

À ATENÇÃO DO PRÓXIMO RUI PEREIRA


«Ao contrário dos relatórios de anos anteriores, o documento de 2008 [relatório de actividades]não divulga os resultados das inspecções sem pré-aviso realizadas às instalações da PSP e da GNR. Estas acções são das mais importantes da IGAI. Com elas são verificadas as condições de trabalho dos profissionais das forças de segurança, a forma como são tratados os cidadãos que a eles se dirigem. O DN contactou o inspector-geral da Administração Interna, o juiz desembargador Varges Gomes, para esclarecer estes valores e pedir um comentário aos resultados da instituição que dirige. Este, porém, não se mostrou disponível, justificando que à hora deste pedido, 17.30, por telemóvel, já tinha "terminado o dia de trabalho".» Dito de outra forma. A IGAI de Rodrigues Maximiano - criativa, sem horas de trabalho, dedicada ao serviço público de cidadania e aos direitos e deveres dos agentes - desapareceu do mapa. É hoje um ornamento na lapela do MAI que, pelos vistos, interrompe a sua missão entre as 17.30 de um dia e as 9.00 do dia seguinte. O próximo Rui Pereira deveria prestar atenção a isto. E aqueles que, no parlamento e nos partidos, andam com o credo na segurança na boca, também.

À ATENÇÃO DO PRÓXIMO RUI PEREIRA


«Ao contrário dos relatórios de anos anteriores, o documento de 2008 [relatório de actividades]não divulga os resultados das inspecções sem pré-aviso realizadas às instalações da PSP e da GNR. Estas acções são das mais importantes da IGAI. Com elas são verificadas as condições de trabalho dos profissionais das forças de segurança, a forma como são tratados os cidadãos que a eles se dirigem. O DN contactou o inspector-geral da Administração Interna, o juiz desembargador Varges Gomes, para esclarecer estes valores e pedir um comentário aos resultados da instituição que dirige. Este, porém, não se mostrou disponível, justificando que à hora deste pedido, 17.30, por telemóvel, já tinha "terminado o dia de trabalho".» Dito de outra forma. A IGAI de Rodrigues Maximiano - criativa, sem horas de trabalho, dedicada ao serviço público de cidadania e aos direitos e deveres dos agentes - desapareceu do mapa. É hoje um ornamento na lapela do MAI que, pelos vistos, interrompe a sua missão entre as 17.30 de um dia e as 9.00 do dia seguinte. O próximo Rui Pereira deveria prestar atenção a isto. E aqueles que, no parlamento e nos partidos, andam com o credo na segurança na boca, também.

10.5.09

A CARA DE PEREIRA

Rui Pereira, um académico que "está" ministro da administração interna, garantiu, em Setúbal, segurança para todos nós. Basta olhar para a cara de Pereira para não sentirmos segurança alguma.

A CARA DE PEREIRA

Rui Pereira, um académico que "está" ministro da administração interna, garantiu, em Setúbal, segurança para todos nós. Basta olhar para a cara de Pereira para não sentirmos segurança alguma.

16.3.09

CONCURSO PARA CAPACHOS


Vale a pena ler este post, mais este, este ainda e o derradeiro (não se pode perder os "comentários" aos posts para entender o "contexto") para se perceber o que é o regime absolutista do PS de Sócrates. E para se perceber, seriamente, como há tantos dependentes dispostos a servir de capacho. Deviam, aliás, abrir um concurso para capachos ambulantes. Não sei se haveria vagas para tantos candidatos. Como escreve a autora, «é (...) assombroso o número de anónimos que dependem do ps e do governo. A quantidade de gente que surgiu a querer fazer prova de vida perante "quem manda" é impressionante. Seria óptimo que o fizessem de outras formas, embora, pelo que hoje li, talvez o melhor seja ficarem sossegados.»

Adenda: O Filipe já me conhece o suficiente para saber que incluo muitos jornalistas na "candidatura" ao concurso para capachos. Aliás, muitos deles - tipo Câncio e diversos plumitivos espalhados estrategicamente pelas redacções, as actuais e as por vir, em jornais, rádios e televisões - aparecem nos comentários dos blogues sob a capa cobardola do anonimato. É por isso que seriam sempre uma boa escolha para a elaboração do "aviso de abertura" do concurso. Há sempre um capacho mais capacho do que outro.

CONCURSO PARA CAPACHOS


Vale a pena ler este post, mais este, este ainda e o derradeiro (não se pode perder os "comentários" aos posts para entender o "contexto") para se perceber o que é o regime absolutista do PS de Sócrates. E para se perceber, seriamente, como há tantos dependentes dispostos a servir de capacho. Deviam, aliás, abrir um concurso para capachos ambulantes. Não sei se haveria vagas para tantos candidatos. Como escreve a autora, «é (...) assombroso o número de anónimos que dependem do ps e do governo. A quantidade de gente que surgiu a querer fazer prova de vida perante "quem manda" é impressionante. Seria óptimo que o fizessem de outras formas, embora, pelo que hoje li, talvez o melhor seja ficarem sossegados.»

Adenda: O Filipe já me conhece o suficiente para saber que incluo muitos jornalistas na "candidatura" ao concurso para capachos. Aliás, muitos deles - tipo Câncio e diversos plumitivos espalhados estrategicamente pelas redacções, as actuais e as por vir, em jornais, rádios e televisões - aparecem nos comentários dos blogues sob a capa cobardola do anonimato. É por isso que seriam sempre uma boa escolha para a elaboração do "aviso de abertura" do concurso. Há sempre um capacho mais capacho do que outro.

13.3.09

A CABEÇA DO MINISTRO

A dra. Ferreira Leite pediu a cabeça do pseudo-ministro do interior, o académico Rui Pereira. Fez bem apesar de não termos a certeza de ele possuir uma. Precisamente a de ministro.

A CABEÇA DO MINISTRO

A dra. Ferreira Leite pediu a cabeça do pseudo-ministro do interior, o académico Rui Pereira. Fez bem apesar de não termos a certeza de ele possuir uma. Precisamente a de ministro.

9.3.09

UM PRETEXTO

Da última vez que António Costa "ameaçou" um "camarada" - ao tempo ele era ministro da justiça do bonzinho Guterres e o dr. Sá Fernandes mero secretário de Estado - por causa de determinadas declarações de que ele discordava (e ele deu a escolher entre si e o ajudante), o "ameaçado" saiu do governo. Acontece que, ao solicitar indirectamente a Sócrates que remova o académico Pereira (um desgraçado erro de casting) da administração interna, Costa revela o seu próprio falhanço como MAI. E não foi assim há tanto tempo que ele deixou o pelouro. Esta manobra, porém, não é fruto do acaso. Costa precisa urgentemente mostrar que é presidente da CML, algo que raramente se nota. Pereira é apenas um pretexto.

UM PRETEXTO

Da última vez que António Costa "ameaçou" um "camarada" - ao tempo ele era ministro da justiça do bonzinho Guterres e o dr. Sá Fernandes mero secretário de Estado - por causa de determinadas declarações de que ele discordava (e ele deu a escolher entre si e o ajudante), o "ameaçado" saiu do governo. Acontece que, ao solicitar indirectamente a Sócrates que remova o académico Pereira (um desgraçado erro de casting) da administração interna, Costa revela o seu próprio falhanço como MAI. E não foi assim há tanto tempo que ele deixou o pelouro. Esta manobra, porém, não é fruto do acaso. Costa precisa urgentemente mostrar que é presidente da CML, algo que raramente se nota. Pereira é apenas um pretexto.

10.9.08

O CASO PEREIRA

Rui Pereira, o MAI, lembrou-se ontem de comparar uns tiros numa esquadra de Portimão com o assassinato de Lee Oswald. Como a vítima de Portimão, também Oswald, o alegado atirador de Dallas contra Kennedy, foi atingido quando estava rodeado de polícias. Pereira não dá sequer para uma personagem de ficção de Norman Mailer. Sócrates devia reflectir sobre o "caso Pereira", a abelhinha Maia do seu governo. Ganhe ou perca em 2009, este governo deve manter-se até Novembro do próximo ano. Como é que ele o aguenta até lá? Como é que ele se aguenta? Como é que nós o aguentamos?

O CASO PEREIRA

Rui Pereira, o MAI, lembrou-se ontem de comparar uns tiros numa esquadra de Portimão com o assassinato de Lee Oswald. Como a vítima de Portimão, também Oswald, o alegado atirador de Dallas contra Kennedy, foi atingido quando estava rodeado de polícias. Pereira não dá sequer para uma personagem de ficção de Norman Mailer. Sócrates devia reflectir sobre o "caso Pereira", a abelhinha Maia do seu governo. Ganhe ou perca em 2009, este governo deve manter-se até Novembro do próximo ano. Como é que ele o aguenta até lá? Como é que ele se aguenta? Como é que nós o aguentamos?

28.8.08

"O QUE É QUE SENTIU?"


O senhor conselheiro Pinto Monteiro anunciou a criação de umas "unidades especiais" dentro de quatro DIAP's, salvo erro, para "combater" a criminalidade violenta. O senhor dr. Rui Pereira, o MAI, anunciou uma alteração à chamada "lei das armas" no sentido de "facilitar" a detenção, seguida de prisão preventiva, dos malandrins apanhados em delitos com recurso a armas de fogo. Estes melancólicos gestos burocráticos raramente resolvem alguma coisa. A PGR habituou-se a "responder" aos apertos com papéis e "grupos de trabalho". E o governo legisla sempre mais um bocadinho. Não é por acaso que, ao perguntarem na televisão a um cidadão de Odivelas "o que é que sentiu" quando teve uma pistola apontada à pinha num café perto de casa, ele tenha respondido que só lhe ocorreram duas "ideias". A primeira, que dava jeito haver polícias por perto. A segunda, porventura consequência da primeira, a pena que sentiu por não ter uma arma na mão como o assaltante. É aquela coisa chata da vida ser sempre mais rica do que a nossa imaginação. A nossa, a do PGR ou a de um ministro.

"O QUE É QUE SENTIU?"


O senhor conselheiro Pinto Monteiro anunciou a criação de umas "unidades especiais" dentro de quatro DIAP's, salvo erro, para "combater" a criminalidade violenta. O senhor dr. Rui Pereira, o MAI, anunciou uma alteração à chamada "lei das armas" no sentido de "facilitar" a detenção, seguida de prisão preventiva, dos malandrins apanhados em delitos com recurso a armas de fogo. Estes melancólicos gestos burocráticos raramente resolvem alguma coisa. A PGR habituou-se a "responder" aos apertos com papéis e "grupos de trabalho". E o governo legisla sempre mais um bocadinho. Não é por acaso que, ao perguntarem na televisão a um cidadão de Odivelas "o que é que sentiu" quando teve uma pistola apontada à pinha num café perto de casa, ele tenha respondido que só lhe ocorreram duas "ideias". A primeira, que dava jeito haver polícias por perto. A segunda, porventura consequência da primeira, a pena que sentiu por não ter uma arma na mão como o assaltante. É aquela coisa chata da vida ser sempre mais rica do que a nossa imaginação. A nossa, a do PGR ou a de um ministro.

26.8.08

AS NOVAS LÍDIAS FRANCO

José Medeiros Ferreira escreve que a "campanha contra" o pobre do dr. Rui Pereira lhe faz lembrar uma outra, num verão do "guterrismo", contra Fernando Gomes, então MAI. Diz ele que só mudaram os criminosos. Mudaram os criminosos e a Lídia Franco. Recordo que foi na sequência de um mediático "assalto" à actriz, no meio de uma auto-estrada, que a "campanha" começou. Os assaltantes eram uns menores que acabaram "internados" nos "colégios" da reinserção social, a designação "progressista" dos velhos reformatórios. Como entretanto cresceram a ler os livros da Fernanda Câncio, já devem estar cá fora. E, quem sabe, talvez sejam, afinal, os mesmos criminosos que "vitimaram" o dr. Gomes. Ou os "primos" deles. Sucede que as actuais "Lídias Franco" estão mais espalhadas pelo país e são, manifestamente, menos "mediáticas". Donos de pequenas ourivesarias, gasolineiros, empregados de balcão ou velhinhas de oitenta anos não são tão eficazes para combater o crime (ou um ministro) como uma figura da televisão. Será que é isso que mantém Pereira, esse académico sempre tão perdido no seu labirinto?

AS NOVAS LÍDIAS FRANCO

José Medeiros Ferreira escreve que a "campanha contra" o pobre do dr. Rui Pereira lhe faz lembrar uma outra, num verão do "guterrismo", contra Fernando Gomes, então MAI. Diz ele que só mudaram os criminosos. Mudaram os criminosos e a Lídia Franco. Recordo que foi na sequência de um mediático "assalto" à actriz, no meio de uma auto-estrada, que a "campanha" começou. Os assaltantes eram uns menores que acabaram "internados" nos "colégios" da reinserção social, a designação "progressista" dos velhos reformatórios. Como entretanto cresceram a ler os livros da Fernanda Câncio, já devem estar cá fora. E, quem sabe, talvez sejam, afinal, os mesmos criminosos que "vitimaram" o dr. Gomes. Ou os "primos" deles. Sucede que as actuais "Lídias Franco" estão mais espalhadas pelo país e são, manifestamente, menos "mediáticas". Donos de pequenas ourivesarias, gasolineiros, empregados de balcão ou velhinhas de oitenta anos não são tão eficazes para combater o crime (ou um ministro) como uma figura da televisão. Será que é isso que mantém Pereira, esse académico sempre tão perdido no seu labirinto?

21.8.08

CRIMINALIDADES

Pelo andar da carruagem, a tropa vai acabar por ter de ir para a rua, como ordenou Berlusconi em Itália. Parece que as polícias não chegam. Rui Pereira não chega, de certeza.

CRIMINALIDADES

Pelo andar da carruagem, a tropa vai acabar por ter de ir para a rua, como ordenou Berlusconi em Itália. Parece que as polícias não chegam. Rui Pereira não chega, de certeza.