2.12.07

VIAJAR - 2

De regresso, pois. A sinistra ASAE teria muito com que se entreter em Espanha. Os deliciosos "montaditos" (vulgo "tapas") chegam ao pratos pelos dedos dos empregados que nem sequer fingem. Nem por isso sabem pior. É preciso criar anti-corpos para sobreviver neste mundo. Estou cheio deles.

7 comentários:

A Vilhena disse...

Ainda se lembra de quando, muito preocupada com o nosso bem estar e a nossa boa forma física, a Dinamarca propôs a pasteurização das massas queijeiras?
E houve quem embandeirasse em arco... santa ingenuidade e abençoada ignorância!!!

A Vilhena disse...

Ainda se lembra de quando, muito preocupada com o nosso bem estar e a nossa boa forma física, a Dinamarca propôs a pasteurização das massas queijeiras?
E houve quem embandeirasse em arco... santa ingenuidade e abençoada ignorância!!!

Anónimo disse...

Divulguei há dias por um grupo de internautas,de contacto regular, um dos quais coronel de cavalaria, que a enviou de imediato ao filho, advogado - há perto de 15 dias.
Cena numa universidade.
Verídico:
A - Contado pelo actual Bastonário da Ordem dos Advogados. Semana passada, na UAL (Univ Autónoma Lis), em público:
Um grupo de alemães, num bar do Cais do Sodré, há uns anos.
Um dos alemães a dormitar no exterior num automóvel.
Os restantes, no bar, entram em conflito com outros clientes e saem apressadamente para o automóvel que se pôe em fuga.
O carro atropela e mata um peão.
B - Aberto um processo, polícia e advogados, o condutor e acompanhantes admitem o sucedido.
O grupo regressa entretanto à Alemanha.
Julgamento e decisão de um JUÍZ português, em Lisboa:
Na sessão do julgamento do caso, o condutor e culpado do sucedido, foi dado como «inocente».
Razão: por estar «ausente» (estaria algures na Alemanha).
C - Caso para concluirmos:
c-1) É fácil em Portugal, ser Amanuense e Juíz em simultâneo.
c-2) É mesmo possivel, em Portugal, em linguagem de caserna, ser Juíz e Cavalgadura.
X

Anónimo disse...

Com essa sua língua viperina e, de veludo, presumo,para alguns ofícios, ainda não sei como é que tem "amigos" e de todos eles de "suma importância"...
Ainda nos há-de explicar o que vêem em si...

Anónimo disse...

As heresias dos leitores

A história do idoso que se suicidou em Alferce após uma visita da asae para mim é muito plausível,passei o mês de agosto em Paris a trabalhar numa empresa que tem 30 empregados, 28 são portuguêses,malta do norte,gente boa,fiquei chocado com a quantidade de histórias que me contaram sobre pequenos comerciantes que se suicidaram, a maioria deles ex-emigrantes que voltaram para Portugal e criaram o seu pequeno negócio,hoje numa economia decadente e com o aparecimento de todas estas novas regras,sem dinheiro para investir,compreendo que muitos optem pela ultima solúção.Eu próprio ex-emigrante fechei o meu negócio e voltei a emigrar.
roxy | 02.12.07 - 6:22 pm | #

Anónimo disse...

Viagens, tapas na “ barra “, cañas e movida. Viagem e movida, e em força, é o que espera à geração de 500 (euros, claro).
Mais natalidade, mais educação, mais formação, mais novas oportunidades…para quê?

Anónimo disse...

Não percam isto por favor e promovam uma «Frente Cívica por Lisboa» :

"No centro da cidade um tesouro"

http://sorumbatico.blogspot.com/