O pretty boy associou a sua magnífica carreira política - não tem outra - ao tratado de Lisboa. O pretty boy, o dr. Barroso e demais dirigentes de uma Europa artificial e burocrática, justificadora de correrias permanentes e frívolas a Bruxelas, acabaram enterrados na sua teimosia arrogante. Bastou o voto de um dos povos europeus para renascer a esperança de uma Europa fundada naquilo que é a sua história e o seu fundamento: o conflito criador contra os consensos das salas cinzentas, a diversidade dos povos contra a unificação desnaturada por cima, o respeito pela liberdade da opinião pública em vez dos clichés do jornalismo oficioso estilo D. Teresa de Sousa e demais correspondentes televisivos lambe-botas. A Irlanda merece um pouco de Píndaro: «dá-lhe, de concidadãos/ e estranhos, o respeito e agrado./Pois ele segue direito/ por caminhos à insolência hostis,/de seus nobres maiores/ o pensar escorreito claramente praticando.» Porreiro, pá.
Nota: Por cá, a coisa esconde-se nas televisões atrás das "grandes vitórias" do Porto e do Benfica junto da UEFA. Com a RTP sempre na frente da mediocridade servil da propaganda. Pobre país eternamente periférico que nem na Europa merece estar.
Nota: Por cá, a coisa esconde-se nas televisões atrás das "grandes vitórias" do Porto e do Benfica junto da UEFA. Com a RTP sempre na frente da mediocridade servil da propaganda. Pobre país eternamente periférico que nem na Europa merece estar.

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