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24.8.09

NUNCA É TARDE

Afinal, o Pedro Rolo Duarte (PRD) até percebe o meu apoio ao Pedro Santana Lopes em Lisboa. "Começo a gostar do homem tal como ele é. Nunca é tarde?», escrevia o PRD no Diário de Notícias, suplemento DNA, de 5/7/03. Pois não. Nunca é tarde.

NUNCA É TARDE

Afinal, o Pedro Rolo Duarte (PRD) até percebe o meu apoio ao Pedro Santana Lopes em Lisboa. "Começo a gostar do homem tal como ele é. Nunca é tarde?», escrevia o PRD no Diário de Notícias, suplemento DNA, de 5/7/03. Pois não. Nunca é tarde.

22.8.09

SANTANA LOPES

Em adenda a este post, ver o comentário de PSL e a resposta de PRD. Os "santanas" desta vida (que lindo neologismo do PRD, nem quero imaginar quem lho poderá ter soprado bem assim como o post...) têm uma verdadeira paciência de elefante.

SANTANA LOPES

Em adenda a este post, ver o comentário de PSL e a resposta de PRD. Os "santanas" desta vida (que lindo neologismo do PRD, nem quero imaginar quem lho poderá ter soprado bem assim como o post...) têm uma verdadeira paciência de elefante.

21.8.09

NÃO TEM RAZÃO?


O Pedro Rolo Duarte (PRD) questiona-me acerca de Pedro Santana Lopes (PSL). Embalado pela "profunda" mitologia anti-PSL que grassa como cogumelos venenosos um pouco por todo o lado, o Pedro apelida de "momento pequenino" o apoio que concedo à sua eleição como presidente da CML. Mais. Chama-lhe um "momento de fraqueza". Nunca o Pedro Rolo Duarte esteve tão vulgarmente enganado. Quando PSL foi 1º ministro, este blogue (eu) não o poupou. Porquê? Como lhe disse pessoalmente, PSL jamais podia ter aceite o cargo na secretaria de interesses do partido e dos pessoais de Barroso em conivência com Sampaio. Devia ter ido a votos. Depois tudo lhe correu mal. Sei do que falo. Também a mim, noutros contextos, coisas a princípio apaixonantes me correram muito mal. PRD menciona "negligência", "ignorância" e "passado" para execrar PSL e para, aparentemente, justificar o meu "momento de fraqueza". Engana-se. Santana Lopes não é de plástico. É, ao contrário do que muita "análise" primária imagina, humano. Demasiado humano. Por isso é imperfeito. Arrisca, intui, acerta e falha. Cai e levanta-se de seguida o que, por natureza, é impróprio dos fracos e dos ignorantes. É o verdadeiro político de corpo inteiro sem ser um desalmado. Não é consensual, esse pecado original deste regime que, entre outras coisas, gera demasiado lixo e ruído humanos. António Costa foi um bluff como presidente da CML e arrisca-se a um limbo daqui a umas semanas a menos que os "consensuais" de serviço à sua seita o vão buscar. O "acordo coligatório", não com os lisboetas mas sim com duas pessoas para defender os interesses de três, definiu-o. É pena que o PRD não diga uma palavra sobre isso e esteja tão "assustado" (o verbo certo é este) com PSL. O tempo, esse grande escultor, dá-nos e tira-nos a razão. E volta a dá-la e a tirá-la as vezes que forem necessárias. É o que acontece com PSL. É o que acontece com PRD. É o que acontece comigo. Mas, quando o Pedro Santana Lopes escreve isto, aqui e agora , não tem alguma?

NÃO TEM RAZÃO?


O Pedro Rolo Duarte (PRD) questiona-me acerca de Pedro Santana Lopes (PSL). Embalado pela "profunda" mitologia anti-PSL que grassa como cogumelos venenosos um pouco por todo o lado, o Pedro apelida de "momento pequenino" o apoio que concedo à sua eleição como presidente da CML. Mais. Chama-lhe um "momento de fraqueza". Nunca o Pedro Rolo Duarte esteve tão vulgarmente enganado. Quando PSL foi 1º ministro, este blogue (eu) não o poupou. Porquê? Como lhe disse pessoalmente, PSL jamais podia ter aceite o cargo na secretaria de interesses do partido e dos pessoais de Barroso em conivência com Sampaio. Devia ter ido a votos. Depois tudo lhe correu mal. Sei do que falo. Também a mim, noutros contextos, coisas a princípio apaixonantes me correram muito mal. PRD menciona "negligência", "ignorância" e "passado" para execrar PSL e para, aparentemente, justificar o meu "momento de fraqueza". Engana-se. Santana Lopes não é de plástico. É, ao contrário do que muita "análise" primária imagina, humano. Demasiado humano. Por isso é imperfeito. Arrisca, intui, acerta e falha. Cai e levanta-se de seguida o que, por natureza, é impróprio dos fracos e dos ignorantes. É o verdadeiro político de corpo inteiro sem ser um desalmado. Não é consensual, esse pecado original deste regime que, entre outras coisas, gera demasiado lixo e ruído humanos. António Costa foi um bluff como presidente da CML e arrisca-se a um limbo daqui a umas semanas a menos que os "consensuais" de serviço à sua seita o vão buscar. O "acordo coligatório", não com os lisboetas mas sim com duas pessoas para defender os interesses de três, definiu-o. É pena que o PRD não diga uma palavra sobre isso e esteja tão "assustado" (o verbo certo é este) com PSL. O tempo, esse grande escultor, dá-nos e tira-nos a razão. E volta a dá-la e a tirá-la as vezes que forem necessárias. É o que acontece com PSL. É o que acontece com PRD. É o que acontece comigo. Mas, quando o Pedro Santana Lopes escreve isto, aqui e agora , não tem alguma?

4.7.07

ATÉ AMANHÃ, CAMARADAS


Não têm nada a ver um com o outro. Ou melhor, porventura coincidiram uns tempos na UEC. Zita Seabra foi dirigente e o Pedro Rolo Duarte - na fase do cabelo encaracolado - talvez tenha andado por lá. Coincidem também no dia da apresentação, dia 5 de Julho, e diferem no tema e na hora. Depois do melhor trabalho até hoje publicado acerca da "clandestinidade PC" vista por um "dissidente" - o livro de Silva Marques, esgotado, editado pelo Expresso -, é a vez de Zita Seabra "testemunhar" na sua editora, a Alêtheia. Vamos ver se "Foi Assim". É ao fim da tarde, no Quartel do Carmo. Pelas 22 horas, na Esplanada Meninos do Rio, o Pedro lança o seu "Fumo", pela Oficina do Livro. Até amanhã, camaradas.

ATÉ AMANHÃ, CAMARADAS


Não têm nada a ver um com o outro. Ou melhor, porventura coincidiram uns tempos na UEC. Zita Seabra foi dirigente e o Pedro Rolo Duarte - na fase do cabelo encaracolado - talvez tenha andado por lá. Coincidem também no dia da apresentação, dia 5 de Julho, e diferem no tema e na hora. Depois do melhor trabalho até hoje publicado acerca da "clandestinidade PC" vista por um "dissidente" - o livro de Silva Marques, esgotado, editado pelo Expresso -, é a vez de Zita Seabra "testemunhar" na sua editora, a Alêtheia. Vamos ver se "Foi Assim". É ao fim da tarde, no Quartel do Carmo. Pelas 22 horas, na Esplanada Meninos do Rio, o Pedro lança o seu "Fumo", pela Oficina do Livro. Até amanhã, camaradas.