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31.3.10

SOBRE AS RUÍNAS DO TEMPLO ABATIDO, 2

A "Casa Fernando Pessoa", da D. Pedrosa, já chegou a Júlio Magalhães, o escritor-jornalista que dirige a informação da tvi. Vai lá falar dos "livros que anda a ler" o que só nos elucida sobre a circunstância de ser alfabetizado. Não me digam que isto não dá vontade de morrer.

SOBRE AS RUÍNAS DO TEMPLO ABATIDO, 2

A "Casa Fernando Pessoa", da D. Pedrosa, já chegou a Júlio Magalhães, o escritor-jornalista que dirige a informação da tvi. Vai lá falar dos "livros que anda a ler" o que só nos elucida sobre a circunstância de ser alfabetizado. Não me digam que isto não dá vontade de morrer.

13.2.08

CONVERSA ACABADA

Às 18.30, na Casa Fernando Pessoa, Medeiros Ferreira fala dos "livros que não esqueceu". Ainda é uma iniciativa do Francisco José Viegas e um bom pretexto para me despedir do 16 da Coelho da Rocha, a partir de sexta-feira nas mãos desta senhora.

CONVERSA ACABADA

Às 18.30, na Casa Fernando Pessoa, Medeiros Ferreira fala dos "livros que não esqueceu". Ainda é uma iniciativa do Francisco José Viegas e um bom pretexto para me despedir do 16 da Coelho da Rocha, a partir de sexta-feira nas mãos desta senhora.

12.2.08

A D. INÊS


Sou suspeito. Gosto e sou amigo do Francisco. Não gosto nem sou amigo da D. Inês Pedrosa. Não a aprecio, nem como escritora, nem como cronista. É um mito da "literatura portuguesa contemporânea" e, como mandam os costumes, uma "mulher de esquerda". Todavia, a D. Inês apoiou o dr. Costa em Lisboa. Não só apoiou como - lembram-se? - queria punir exemplarmente os abstencionistas que permitiram que ele fosse eleito apenas com menos de sessenta mil votos. A D. Inês, sessenta vezes mais democrata do que eu, escreveu na altura, no Expresso, que os vilões que não votam deviam ser, por exemplo, excluídos dos empregos públicos e impedidos de se candidatarem a "bolsas". Fugiu-lhe logo o pé para aquilo que ela, e muitos como ela, melhor conhece: a prebenda, o premiozinho da treta sempre esmolado ao Estado, a distinção pública e política por meia dúzia de parágrafos mal esgalhados. Pois aí está. A senhora é a nova directora da Casa Fernando Pessoa, justamente escolhida pela vereação do dr. Costa. Parabéns à prima.

A D. INÊS


Sou suspeito. Gosto e sou amigo do Francisco. Não gosto nem sou amigo da D. Inês Pedrosa. Não a aprecio, nem como escritora, nem como cronista. É um mito da "literatura portuguesa contemporânea" e, como mandam os costumes, uma "mulher de esquerda". Todavia, a D. Inês apoiou o dr. Costa em Lisboa. Não só apoiou como - lembram-se? - queria punir exemplarmente os abstencionistas que permitiram que ele fosse eleito apenas com menos de sessenta mil votos. A D. Inês, sessenta vezes mais democrata do que eu, escreveu na altura, no Expresso, que os vilões que não votam deviam ser, por exemplo, excluídos dos empregos públicos e impedidos de se candidatarem a "bolsas". Fugiu-lhe logo o pé para aquilo que ela, e muitos como ela, melhor conhece: a prebenda, o premiozinho da treta sempre esmolado ao Estado, a distinção pública e política por meia dúzia de parágrafos mal esgalhados. Pois aí está. A senhora é a nova directora da Casa Fernando Pessoa, justamente escolhida pela vereação do dr. Costa. Parabéns à prima.

23.4.07

NA CASA DELE


Até à meia-noite (é só hoje), vale a pena dar um salto à Coelho da Rocha, em Lisboa, e, nas traseiras da Casa Fernando Pessoa, está uma pequena "feira de livros" a preços que, no meu caso, oscilaram entre os dois e os dez euros. Algum António José Saraiva, muita poesia, Paul de Man, João Barrento, O' Neill, Cesariny, Belo, Al Berto e meia dúzia de inevitáveis contemporâneos, estilo Esteves Cardoso, Paixão ou Mexia. Parabéns ao organizador desta coisa do Livro em Lisboa, o Francisco José Viegas, e ao vereador do pelouro da cultura da CML, o único que parece que sobrevive no caos, José Amaral Lopes.

NA CASA DELE


Até à meia-noite (é só hoje), vale a pena dar um salto à Coelho da Rocha, em Lisboa, e, nas traseiras da Casa Fernando Pessoa, está uma pequena "feira de livros" a preços que, no meu caso, oscilaram entre os dois e os dez euros. Algum António José Saraiva, muita poesia, Paul de Man, João Barrento, O' Neill, Cesariny, Belo, Al Berto e meia dúzia de inevitáveis contemporâneos, estilo Esteves Cardoso, Paixão ou Mexia. Parabéns ao organizador desta coisa do Livro em Lisboa, o Francisco José Viegas, e ao vereador do pelouro da cultura da CML, o único que parece que sobrevive no caos, José Amaral Lopes.

22.4.07

"QUEM ÉS TU?"


Francisco: amanhã devias oferecer uma cópia desse livro lá na Casa. E este Walt Whitman a condizer:

The prairie-grass dividing, its special odor breathing,
I demand of it the spiritual corresponding,

Demand the most copious and close companionship of men,
Demand the blades to rise of words, acts, beings,

Those of the open atmosphere, coarse, sunlit, fresh, nutritious,

Those that go their own gait, erect, stepping with freedom and command, leading not following,
Those with a never-quell'd audacity, those with sweet and lusty
flesh clear of taint,
Those that look carelessly in the faces of Presidents and governors,
as to say Who are you?
Those of earth-born passion, simple, never constrain'd, never obedient

"QUEM ÉS TU?"


Francisco: amanhã devias oferecer uma cópia desse livro lá na Casa. E este Walt Whitman a condizer:

The prairie-grass dividing, its special odor breathing,
I demand of it the spiritual corresponding,

Demand the most copious and close companionship of men,
Demand the blades to rise of words, acts, beings,

Those of the open atmosphere, coarse, sunlit, fresh, nutritious,

Those that go their own gait, erect, stepping with freedom and command, leading not following,
Those with a never-quell'd audacity, those with sweet and lusty
flesh clear of taint,
Those that look carelessly in the faces of Presidents and governors,
as to say Who are you?
Those of earth-born passion, simple, never constrain'd, never obedient