«Um trem de ferro é uma coisa mecânica, mas atravessa a noite, a madrugada, o dia, atravessou minha vida.» Adélia Prado
31.5.05
TRABALHO DE CASA
TRABALHO DE CASA
LER...
LER...
POR QUE...
POR QUE...
A FRENTE DA RECUSA...
La France de 2005 présente donc tous les signes d'une angoisse sociale majeure. Car ce n'est pas seulement un rejet des institutions européennes qui s'est exprimé. C'est aussi la peur que font peser sur chacun le chômage et la mondialisation. Et la profonde défiance des électeurs à l'égard de leurs représentants politiques (...) Mais le ralliement majoritaire à un vote protestataire s'accompagne d'un nouveau phénomène, qui est aussi un enjeu pour l'ensemble des partis de gouvernement : la forte défiance des jeunes générations. Comme en 1992, les plus de 65 ans ont voté oui, dimanche. Mais toutes les autres tranches d'âge de la population ont voté non. Le traité a ainsi été rejeté par 59 % des Français ayant entre 18 et 24 ans, mais aussi, dans la même proportion, chez les 25-34 ans. C'est pourtant chez les 35-49 ans que le non atteint son plus haut niveau (65 %). Il y a treize ans, cette génération-là, alors âgée de 22 à 36 ans, avait voté à 52 % pour Maastricht.
Vejam lá se, por cá, conseguem perceber.
A FRENTE DA RECUSA...
La France de 2005 présente donc tous les signes d'une angoisse sociale majeure. Car ce n'est pas seulement un rejet des institutions européennes qui s'est exprimé. C'est aussi la peur que font peser sur chacun le chômage et la mondialisation. Et la profonde défiance des électeurs à l'égard de leurs représentants politiques (...) Mais le ralliement majoritaire à un vote protestataire s'accompagne d'un nouveau phénomène, qui est aussi un enjeu pour l'ensemble des partis de gouvernement : la forte défiance des jeunes générations. Comme en 1992, les plus de 65 ans ont voté oui, dimanche. Mais toutes les autres tranches d'âge de la population ont voté non. Le traité a ainsi été rejeté par 59 % des Français ayant entre 18 et 24 ans, mais aussi, dans la même proportion, chez les 25-34 ans. C'est pourtant chez les 35-49 ans que le non atteint son plus haut niveau (65 %). Il y a treize ans, cette génération-là, alors âgée de 22 à 36 ans, avait voté à 52 % pour Maastricht.
Vejam lá se, por cá, conseguem perceber.
SETE PALMOS DE TERRA
SETE PALMOS DE TERRA
MELANCOLIA PRESIDENCIAL
MELANCOLIA PRESIDENCIAL
30.5.05
ENTENDER OU ENGANAR?
ENTENDER OU ENGANAR?
FINANÇAS À PARTE
FINANÇAS À PARTE
QUENTE E FRIO
QUENTE E FRIO
É VERDADE QUE...
Adenda: Em alguma blogosfera também perpassa um sentimento fúnebre por causa do voto francês. Não vale a pena. A "honra perdida" dos burocratas redime-se, entre nós, em Outubro, num momento verdadeiramente à nossa altura. Vital Moreira, Marcelo, Vitorino, Freitas, Marques Mendes, Ribeiro e Castro, Paulo Portas, Santana Lopes, Jorge Coelho, Medeiros Ferreira, Edite Estrela, Cavaco Silva, Sócrates, Eduardo Lourenço, E. Prado Coelho, Graça Moura e tutti quanti vão partilhar o "debate europeu" - que se espera "profundo" e "esclarecedor" - com a tagarelice dos autarcas e dos candidatos a autarcas os quais, obviamente, estarão interessadissimos nesse "debate". É que a "Europa" não dá nada e o Major Valentim Loureiro, por exemplo, sempre dá ou já deu frigoríficos.
É VERDADE QUE...
Adenda: Em alguma blogosfera também perpassa um sentimento fúnebre por causa do voto francês. Não vale a pena. A "honra perdida" dos burocratas redime-se, entre nós, em Outubro, num momento verdadeiramente à nossa altura. Vital Moreira, Marcelo, Vitorino, Freitas, Marques Mendes, Ribeiro e Castro, Paulo Portas, Santana Lopes, Jorge Coelho, Medeiros Ferreira, Edite Estrela, Cavaco Silva, Sócrates, Eduardo Lourenço, E. Prado Coelho, Graça Moura e tutti quanti vão partilhar o "debate europeu" - que se espera "profundo" e "esclarecedor" - com a tagarelice dos autarcas e dos candidatos a autarcas os quais, obviamente, estarão interessadissimos nesse "debate". É que a "Europa" não dá nada e o Major Valentim Loureiro, por exemplo, sempre dá ou já deu frigoríficos.
29.5.05
LER...
LER...
POR CÁ...
Vasco Pulido Valente
POR CÁ...
Vasco Pulido Valente
A EUROPA DA BOA CONSCIÊNCIA E A CONSCIÊNCIA DA EUROPA
A EUROPA DA BOA CONSCIÊNCIA E A CONSCIÊNCIA DA EUROPA
28.5.05
A ANATOMIA DO "MONSTRO"...
A ANATOMIA DO "MONSTRO"...
OS ALVOS CERTOS
OS ALVOS CERTOS
A BOA RESPOSTA É "NÃO"
"Uma derrota da Constituição não será a catástrofe que os eurófilos parecem temer: a vida vai continuar, mesmo em Bruxelas, e uma União que viveu durante meio século será certamente suficientemente forte para se acomodar a uma desfeita ocasional dos eleitores. Se fizer uma pausa para reflectir, isso poderá mesmo vir a ser rentável", defende a Economist. A revista considera que "as divergências de pontos de vista e os preconceitos nacionais na União Europeia são de tal forma consideráveis que é errado tentar fazer entrar cada vez mais domínios num quadro único." Um tal processo centralizador "tem limites".
A BOA RESPOSTA É "NÃO"
"Uma derrota da Constituição não será a catástrofe que os eurófilos parecem temer: a vida vai continuar, mesmo em Bruxelas, e uma União que viveu durante meio século será certamente suficientemente forte para se acomodar a uma desfeita ocasional dos eleitores. Se fizer uma pausa para reflectir, isso poderá mesmo vir a ser rentável", defende a Economist. A revista considera que "as divergências de pontos de vista e os preconceitos nacionais na União Europeia são de tal forma consideráveis que é errado tentar fazer entrar cada vez mais domínios num quadro único." Um tal processo centralizador "tem limites".
A BEM DA NAÇÃO
A BEM DA NAÇÃO
27.5.05
ANATOMIA DO "MONSTRO" - 6
ANATOMIA DO "MONSTRO" - 6
ANATOMIA DO "MONSTRO" - 5
ANATOMIA DO "MONSTRO" - 5
APRENDAM!
APRENDAM!
DEPOIS DO "NÃO"
DEPOIS DO "NÃO"
SIGILOS
SIGILOS
ANATOMIA DO "MONSTRO" - 4
ANATOMIA DO "MONSTRO" - 4
ANATOMIA DO "MONSTRO" - 3
Portugal prepara-se para gastar em 2005 :
Juros Bonificados para habitação : 400 milhões de Euros.
Formação Profissional : 900 Milhões de Euros.
Pagamento às SCUTS em 2005 : 400 Milhões de Euros.As taxas de juros hoje, não justificam hoje, a manutenção de um encargo tão elevado para o Estado. Mas mais grave é alguém conseguir explicar como pode o Estado português gastar 900 Milhões de Euros em formação profissional, quando todos os dias, ouvimos, que o nosso problema é a falta de qualificação dos nossos trabalhadores. No que às SCUTS diz respeito, que sentido faz insistir num modelo que daqui para à frente será cada vez mais oneroso.Estão aqui, grosso modo, 1,7 mil milhões de euros. Metade da despesa pública que Campos e Cunha, quer que em 2008, não exista. Basta querer.
ANATOMIA DO "MONSTRO" - 3
Portugal prepara-se para gastar em 2005 :
Juros Bonificados para habitação : 400 milhões de Euros.
Formação Profissional : 900 Milhões de Euros.
Pagamento às SCUTS em 2005 : 400 Milhões de Euros.As taxas de juros hoje, não justificam hoje, a manutenção de um encargo tão elevado para o Estado. Mas mais grave é alguém conseguir explicar como pode o Estado português gastar 900 Milhões de Euros em formação profissional, quando todos os dias, ouvimos, que o nosso problema é a falta de qualificação dos nossos trabalhadores. No que às SCUTS diz respeito, que sentido faz insistir num modelo que daqui para à frente será cada vez mais oneroso.Estão aqui, grosso modo, 1,7 mil milhões de euros. Metade da despesa pública que Campos e Cunha, quer que em 2008, não exista. Basta querer.
26.5.05
O SENHOR QUE SE SEGUE
O SENHOR QUE SE SEGUE
ESQUIZOFRENIA
ESQUIZOFRENIA
CHANTAGEM
CHANTAGEM
25.5.05
ANATOMIA DO "MONSTRO" - 2
ANATOMIA DO "MONSTRO" - 2
ANATOMIA DO "MONSTRO"- 1
Acompanhei esta manhã a visita do Senhor Ministro da Justiça a um dos centros de reeducação de menores, geridos pelo IRS (...não, é o outro, o Instituto de Reinserção Social).O Centro conta com modelares instalações, nas quais não faltam piscina e picadeiro e estábulo com vários cavalos, para aulas de equitação. Nele trabalham 31 funcionários administrativos, de todas as categorias, desde director e sub-director a tratador de cavalos. Para além destes 31 administrativos, conta ainda com a indispensável colaboração de 9 professores, médico e até um sacerdote, embora estes últimos não trabalhem ali a tempo integral. Ao todo são mais de 50 (cinquenta) funcionários e prestadores de serviços que, diariamente, ali labutam de forma esforçada, em prol da reinserção social de jovens que, por uma razão ou por outra, se desviaram das normas sociais estabelecidas ou, como dirá o sacerdote, que pecaram. Um último pormenor: estão internados neste centro 9 (nove) jovens.
ANATOMIA DO "MONSTRO"- 1
Acompanhei esta manhã a visita do Senhor Ministro da Justiça a um dos centros de reeducação de menores, geridos pelo IRS (...não, é o outro, o Instituto de Reinserção Social).O Centro conta com modelares instalações, nas quais não faltam piscina e picadeiro e estábulo com vários cavalos, para aulas de equitação. Nele trabalham 31 funcionários administrativos, de todas as categorias, desde director e sub-director a tratador de cavalos. Para além destes 31 administrativos, conta ainda com a indispensável colaboração de 9 professores, médico e até um sacerdote, embora estes últimos não trabalhem ali a tempo integral. Ao todo são mais de 50 (cinquenta) funcionários e prestadores de serviços que, diariamente, ali labutam de forma esforçada, em prol da reinserção social de jovens que, por uma razão ou por outra, se desviaram das normas sociais estabelecidas ou, como dirá o sacerdote, que pecaram. Um último pormenor: estão internados neste centro 9 (nove) jovens.
A EUROPA DOS CRETINOS
L’Europe des crétins
por Michel ONFRAY
Les gens qui vont voter Non à la constitution européenne sont des crétins, des abrutis, des imbéciles, des incultes. Petit pouvoir d’achat, petit cerveau, petite pensée, petits sentiments. Pas de diplômes, pas de livres chez eux, pas de culture, pas d’intelligence. Ils habitent en campagne, en province. Des paysans, des pécores, des péquenots, des ploucs. Ils n’ont pas le sens de l’Histoire, ne savent pas à quoi ressemble un grand projet politique. Ils ignorent le grand souffle du Progrès. Ils crèvent de peur.
Jadis, ces mêmes débiles ont voté non à Maastricht ignorant que le oui allait apporter le pouvoir d’achat, la fin du chômage, le plein emploi, la croissance, le progrès, la tolérance entre les peuples, la fraternité, la disparition du racisme et de la xénophobie, l’abolition de toutes les contradictions et de toute la négativité de nos civilisations post-modernes, donc capitalistes, version libérale.
L’électeur du Non est populiste, démagogue, extrémiste, mécontent, réactif. C’est le prototype de l’homme du ressentiment. Sa voix se mêle d’ailleurs à tous les fascistes, gauchistes, alter mondialistes et autres partisans vaguement vichystes de la France moisie, cette vieille lune dépassée à l’heure de la mondialisation heureuse. Disons le tout net : un souverainiste est un chien.
En revanche, l’électeur du Oui est génial, lucide, intelligent. Gros carnet de chèque, immense encéphale, gigantesque vision du monde, hypertrophie du sentiment généreux. Diplômé du supérieur, heureux possesseur d’une bibliothèque de Pléiades flambant neufs, doté d’un savoir sans bornes et d’une sagacité inouïe, il est propriétaire en ville, urbain convaincu, parisien si possible. Il a le sens de l’Histoire, d’ailleurs il a installé son fauteuil dans son sens et ne manque aucune des manies de son siècle. Le Progrès, il connaît. La Peur ? Il ignore. Le debordien Sollers, le sartrien BHL [Bernard Henry-Lévy] et le kantien Luc Ferry vous le diront.
Bien sûr le Ouiste a voté oui à Maastricht et constaté que, comme prévu, les salaires s’en sont trouvé augmentés, le chômage diminué et fortifiée l’amitié entre les communautés. Le votant du Oui est démocrate, modéré, heureux, bien dans sa peau, équilibré, analysé de longue date. Sa voix se mêle d’ailleurs à des gens qui, comme lui, exècrent les excès : le démocrate chrétien libéral, le chiraquien de conviction, le socialiste mitterrandien, le patron humaniste, l’écologiste mondain. Dur de ne pas être Ouiste...
Citoyens, réfléchissez avant de commettre l’irréparable !
A EUROPA DOS CRETINOS
L’Europe des crétins
por Michel ONFRAY
Les gens qui vont voter Non à la constitution européenne sont des crétins, des abrutis, des imbéciles, des incultes. Petit pouvoir d’achat, petit cerveau, petite pensée, petits sentiments. Pas de diplômes, pas de livres chez eux, pas de culture, pas d’intelligence. Ils habitent en campagne, en province. Des paysans, des pécores, des péquenots, des ploucs. Ils n’ont pas le sens de l’Histoire, ne savent pas à quoi ressemble un grand projet politique. Ils ignorent le grand souffle du Progrès. Ils crèvent de peur.
Jadis, ces mêmes débiles ont voté non à Maastricht ignorant que le oui allait apporter le pouvoir d’achat, la fin du chômage, le plein emploi, la croissance, le progrès, la tolérance entre les peuples, la fraternité, la disparition du racisme et de la xénophobie, l’abolition de toutes les contradictions et de toute la négativité de nos civilisations post-modernes, donc capitalistes, version libérale.
L’électeur du Non est populiste, démagogue, extrémiste, mécontent, réactif. C’est le prototype de l’homme du ressentiment. Sa voix se mêle d’ailleurs à tous les fascistes, gauchistes, alter mondialistes et autres partisans vaguement vichystes de la France moisie, cette vieille lune dépassée à l’heure de la mondialisation heureuse. Disons le tout net : un souverainiste est un chien.
En revanche, l’électeur du Oui est génial, lucide, intelligent. Gros carnet de chèque, immense encéphale, gigantesque vision du monde, hypertrophie du sentiment généreux. Diplômé du supérieur, heureux possesseur d’une bibliothèque de Pléiades flambant neufs, doté d’un savoir sans bornes et d’une sagacité inouïe, il est propriétaire en ville, urbain convaincu, parisien si possible. Il a le sens de l’Histoire, d’ailleurs il a installé son fauteuil dans son sens et ne manque aucune des manies de son siècle. Le Progrès, il connaît. La Peur ? Il ignore. Le debordien Sollers, le sartrien BHL [Bernard Henry-Lévy] et le kantien Luc Ferry vous le diront.
Bien sûr le Ouiste a voté oui à Maastricht et constaté que, comme prévu, les salaires s’en sont trouvé augmentés, le chômage diminué et fortifiée l’amitié entre les communautés. Le votant du Oui est démocrate, modéré, heureux, bien dans sa peau, équilibré, analysé de longue date. Sa voix se mêle d’ailleurs à des gens qui, comme lui, exècrent les excès : le démocrate chrétien libéral, le chiraquien de conviction, le socialiste mitterrandien, le patron humaniste, l’écologiste mondain. Dur de ne pas être Ouiste...
Citoyens, réfléchissez avant de commettre l’irréparable !
O MESMO?
O MESMO?
SÓ FALTA ELE
SÓ FALTA ELE
24.5.05
SEM COMENTÁRIOS
"Em 1928 era assim:
Mas não tenhamos ilusões: as reduções de serviços e despesas importam restrições na vida privada, sofrimentos, portanto. Teremos de sofrer em vencimentos diminuídos, em aumento de impostos, em carestia de vida... é a ascensão dolorosa de um calvário. Repito: é a ascensão dolorosa de um calvário. No cimo podem morrer os homens, mas redimem-se as pátrias.(Salazar)"
SEM COMENTÁRIOS
"Em 1928 era assim:
Mas não tenhamos ilusões: as reduções de serviços e despesas importam restrições na vida privada, sofrimentos, portanto. Teremos de sofrer em vencimentos diminuídos, em aumento de impostos, em carestia de vida... é a ascensão dolorosa de um calvário. Repito: é a ascensão dolorosa de um calvário. No cimo podem morrer os homens, mas redimem-se as pátrias.(Salazar)"
EM FRANÇA...
EM FRANÇA...
A FÁBULA
Adenda: Nem tudo foi mau. Eduardo Catroga - praticamente todo -, o ECORDEP (Estrutura de Coordenação da Reforma da Despesa Pública) de Pina Moura, algo que o "bonzinho" Guterres ignorou, e a "lei de estabilidade orçamental" de Manuela Ferreira Leite constituem progressos interrompidos pelas intermitências políticas. Francamente má, apesar de se tratar de uma excelente pessoa, foi a passagem de Guilherme Oliveira Martins pela Praça do Comércio. O Centro Nacional de Cultura assenta-lhe melhor. Por pudor, devia pura e simplesmente abster-se de "comentar" estas matérias.
A FÁBULA
Adenda: Nem tudo foi mau. Eduardo Catroga - praticamente todo -, o ECORDEP (Estrutura de Coordenação da Reforma da Despesa Pública) de Pina Moura, algo que o "bonzinho" Guterres ignorou, e a "lei de estabilidade orçamental" de Manuela Ferreira Leite constituem progressos interrompidos pelas intermitências políticas. Francamente má, apesar de se tratar de uma excelente pessoa, foi a passagem de Guilherme Oliveira Martins pela Praça do Comércio. O Centro Nacional de Cultura assenta-lhe melhor. Por pudor, devia pura e simplesmente abster-se de "comentar" estas matérias.