
Gosto disto, da ideia abstracta de "estudo incessante do pior". Muito adequada a tempos e pessoas. O dito cujo livro é apenas um pretexto. «O resto é «pin» ao estilo «Che» e vaidade por um livro, de Bolaño o único que vai existir, que só aparece enquanto «objecto portátil», a fazer as vezes da leitura mesma, que às vezes não é alegre e é fodida. Um livro que, apesar de grosso, consegue conferir uma pele suave, uma fina camada «intelectual», que de repente é tão interessante como o baton vermelho. Mas a leitura, essa, continua a ter exactamente o mesmo peso equilibrado – igual ao litro.»
Sem comentários:
Enviar um comentário