A visita de Cavaco à Madeira - apesar dos incidentes "protocolares" que a antecederam, do mau gosto de ter recebido os partidos no hotel e de ter inaugurado outro no Porto Santo como Fidel fazia em Cuba - valeu porventura mais por aquilo que o presidente transmitiu em privado do que pelo que o folclore habitual evidenciou. A prova disso está neste "convite", impensável há uns dias atrás. Jardim não é exactamente o bisonte que as crónicas dos jornais descrevem, nem os madeirenses os atrasados mentais que elas pressupõem. Aliás, entre o "estilo" dele e a miséria embotada e servil que reina um pouco por todo o "continente", não hesito.
«Um trem de ferro é uma coisa mecânica, mas atravessa a noite, a madrugada, o dia, atravessou minha vida.» Adélia Prado
20.4.08
A "SUPERIORIDADE" CONTINENTAL
A visita de Cavaco à Madeira - apesar dos incidentes "protocolares" que a antecederam, do mau gosto de ter recebido os partidos no hotel e de ter inaugurado outro no Porto Santo como Fidel fazia em Cuba - valeu porventura mais por aquilo que o presidente transmitiu em privado do que pelo que o folclore habitual evidenciou. A prova disso está neste "convite", impensável há uns dias atrás. Jardim não é exactamente o bisonte que as crónicas dos jornais descrevem, nem os madeirenses os atrasados mentais que elas pressupõem. Aliás, entre o "estilo" dele e a miséria embotada e servil que reina um pouco por todo o "continente", não hesito.
Etiquetas:
Alberto João Jardim,
Madeira,
Presidente da República
19.4.08
O PSD AO ESPELHO - 4
Por este andar, o porteiro da sede, à Lapa, vai ser candidato. Sócrates até já se dá ao luxo de aparecer "mais" socialista.
O PSD AO ESPELHO - 4
Por este andar, o porteiro da sede, à Lapa, vai ser candidato. Sócrates até já se dá ao luxo de aparecer "mais" socialista.
THE LADY
Não foi preciso o "moderno" Zapatero aparecer para as mulheres sobressaírem na política. Ainda algumas das suas ministras andavam de bibe e já esta senhora existia. Uma grande mulher, uma grande política.
THE LADY
Não foi preciso o "moderno" Zapatero aparecer para as mulheres sobressaírem na política. Ainda algumas das suas ministras andavam de bibe e já esta senhora existia. Uma grande mulher, uma grande política.
O CÁLCULO DAS SOMBRAS
Há pouco, também na SIC Notícias, Passos Coelho discorria sobre os seus "motivos". Coelho, fora dois ou três lugares-comuns que até a minha padeira subscreveria, não tem uma ideia para o PSD. No fundo, esta candidatura pífia serve para ele "estagiar" e, eventualmente, ser qualquer coisa de mais sério daqui a uns anos. Ora o PSD não se pode dar ao luxo destes "testes". Tão miserável como o interregno Menezes, é o cálculo das sombras (título de um livro do EPC) dos supostos "grandes líderes" por que o partido aguarda. Sem grandeza, os alegados "nomes fortes" - a avaliar pelos jornais - desdobram-se em telefonemas uns aos outros, com meia dúzia de pantomineiros habituais pelo meio, para decidir o que fazer. Era, afinal, isto que Menezes pretendia. "Encostar" as vedetas à parede e exibir a sua pusilanimidade oportunista perante as "bases" que ele tão sofridamente representa. O cálculo das sombras só serve o populismo instalado. Mais uns dias disto e Menezes, após o conselho nacional, está de volta. É bem feito.
O CÁLCULO DAS SOMBRAS
Há pouco, também na SIC Notícias, Passos Coelho discorria sobre os seus "motivos". Coelho, fora dois ou três lugares-comuns que até a minha padeira subscreveria, não tem uma ideia para o PSD. No fundo, esta candidatura pífia serve para ele "estagiar" e, eventualmente, ser qualquer coisa de mais sério daqui a uns anos. Ora o PSD não se pode dar ao luxo destes "testes". Tão miserável como o interregno Menezes, é o cálculo das sombras (título de um livro do EPC) dos supostos "grandes líderes" por que o partido aguarda. Sem grandeza, os alegados "nomes fortes" - a avaliar pelos jornais - desdobram-se em telefonemas uns aos outros, com meia dúzia de pantomineiros habituais pelo meio, para decidir o que fazer. Era, afinal, isto que Menezes pretendia. "Encostar" as vedetas à parede e exibir a sua pusilanimidade oportunista perante as "bases" que ele tão sofridamente representa. O cálculo das sombras só serve o populismo instalado. Mais uns dias disto e Menezes, após o conselho nacional, está de volta. É bem feito.
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