Outra tontinha que anda a ameaçar a França com a hipótese de ser "presidenta", é a sra. D. Ségolène Royal. De Gaulle, Mitterrand, e até Giscard d'Estaing, os dois primeiros na tumba, devem rebolar-se de riso com a emergência desta criatura puramente artificial que pretende aquele que, malgré tout, ainda é um belo posto político neste mundo de Cristo. Não, policiazinhos de costumes, não é por ser uma mulher. Já aqui saudei a sra. Clinton em quem, se fosse americano, não hesitaria em votar. Ségolène apresentou ontem as suas "ideias" para a França. Tudo disparates despesistas que incluem uma extravagância musculada: o enquadramento militar dos jovens criminosos, para, julga ela, agradar à "direita". Há dias saiu um livrinho de uma antiga colaboradora da senhora Royal, de seu nome Evelyne Pathouot, Ségolène Royal, ombre et lumiére (Editions Michalon). Nós não temos esta tradição de "biografar", em tempo real, os nossos políticos. Na verdade, para a maior parte daqueles que estão no activo, qualquer nota de rodapé serviria. Ségolène lembra um Blair da "loja dos trezentos". Infelizmente não está sozinha. Esperemos, para sossego da Europa, que a senhora desapareça tão depressa como apareceu.
«Um trem de ferro é uma coisa mecânica, mas atravessa a noite, a madrugada, o dia, atravessou minha vida.» Adélia Prado
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13.2.07
SÉGOLÈNE, LUZ E SOMBRA
Outra tontinha que anda a ameaçar a França com a hipótese de ser "presidenta", é a sra. D. Ségolène Royal. De Gaulle, Mitterrand, e até Giscard d'Estaing, os dois primeiros na tumba, devem rebolar-se de riso com a emergência desta criatura puramente artificial que pretende aquele que, malgré tout, ainda é um belo posto político neste mundo de Cristo. Não, policiazinhos de costumes, não é por ser uma mulher. Já aqui saudei a sra. Clinton em quem, se fosse americano, não hesitaria em votar. Ségolène apresentou ontem as suas "ideias" para a França. Tudo disparates despesistas que incluem uma extravagância musculada: o enquadramento militar dos jovens criminosos, para, julga ela, agradar à "direita". Há dias saiu um livrinho de uma antiga colaboradora da senhora Royal, de seu nome Evelyne Pathouot, Ségolène Royal, ombre et lumiére (Editions Michalon). Nós não temos esta tradição de "biografar", em tempo real, os nossos políticos. Na verdade, para a maior parte daqueles que estão no activo, qualquer nota de rodapé serviria. Ségolène lembra um Blair da "loja dos trezentos". Infelizmente não está sozinha. Esperemos, para sossego da Europa, que a senhora desapareça tão depressa como apareceu.
26.1.07
SEGUIR EM FRENTE
Com a costumeira serenidade e seriedade, o Pedro Magalhães dá-me duas boas notícias sobre sondagens. A primeira, é que o pujante "sim" do dia 11 de Fevereiro - praticamente dado como a nova "união nacional" - declina ao mesmo tempo que as baboseiras proferidas em seu nome aumentam. A segunda, lá de fora, é que Sarkozy sobe nas sondagens francesas contra a fraude política representada pela Mme. Ségolène, uma proto-Blair sem a cabeça deste. Sigamos, pois, em frente.
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Com a costumeira serenidade e seriedade, o Pedro Magalhães dá-me duas boas notícias sobre sondagens. A primeira, é que o pujante "sim" do dia 11 de Fevereiro - praticamente dado como a nova "união nacional" - declina ao mesmo tempo que as baboseiras proferidas em seu nome aumentam. A segunda, lá de fora, é que Sarkozy sobe nas sondagens francesas contra a fraude política representada pela Mme. Ségolène, uma proto-Blair sem a cabeça deste. Sigamos, pois, em frente.
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