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10.4.10

LECH KACZYNSKI


Juntamente com o presidente checo, Klaus, Kaczynski era dos poucos dirigentes da União a 27 sem temores reverenciais perante a presunção burocrática de Bruxelas que tanto enlevo piroso provoca em gente com pouca história. A Polónia foi um país sofrido durante o século passado e este homem, apenas pequeno na estatura física, ajudou-a a recuperar alguma dignidade e um módico sentido de pátria sem patriotismos patéticos, exacerbados ou envergonhados. Morreu tragicamente como é adequado aos grandes e não sujeito, por exemplo, à humilhação de doenças devoradoras e fatais que achincalham a condição humana. Paz à sua alma.

LECH KACZYNSKI


Juntamente com o presidente checo, Klaus, Kaczynski era dos poucos dirigentes da União a 27 sem temores reverenciais perante a presunção burocrática de Bruxelas que tanto enlevo piroso provoca em gente com pouca história. A Polónia foi um país sofrido durante o século passado e este homem, apenas pequeno na estatura física, ajudou-a a recuperar alguma dignidade e um módico sentido de pátria sem patriotismos patéticos, exacerbados ou envergonhados. Morreu tragicamente como é adequado aos grandes e não sujeito, por exemplo, à humilhação de doenças devoradoras e fatais que achincalham a condição humana. Paz à sua alma.

22.10.07

POLÓNIA


Não vão faltar na Europa contentinha as vozes de regozijo pela derrota do gémeo polaco que era primeiro-ministro. A D. Teresa de Sousa já deve afivelado ou estará a afivelar mais uma das suas crónicas "isentas" sobre a Polónia, depois de recuperada da baba que verteu pelo "acordo de Lisboa". E, como ela, outros cronistas e comentadores do regime seguirão o trilho da Europa "plasticina" que eles inventaram e cujo artificialismo se irá pagar bem caro daqui a pouco tempo. A Polónia ficou agora nas mãos de um senhor que é um misto de Barroso com Guterres. Ou seja, parece um "liberal" pragmático como o primeiro e promete o céu e a terra como o segundo, sem medir as consequências da ilusão. O gémeo presidente já avisou o cavalheiro como é que vai tratar o seu evangelho. A Polónia, do prisma geopolítico, é um dos mais fascinantes países desta Europa macrocéfala que, estupidamente, não pára de crescer. Nunca foi bem percebida e foi intermitentemente humilhada, ora por um lado, ora por outro. Se este sr. Donald imagina que vai diluir o "orgulho" polaco no "europês" em vigor está muito enganado. Assunto a seguir.

POLÓNIA


Não vão faltar na Europa contentinha as vozes de regozijo pela derrota do gémeo polaco que era primeiro-ministro. A D. Teresa de Sousa já deve afivelado ou estará a afivelar mais uma das suas crónicas "isentas" sobre a Polónia, depois de recuperada da baba que verteu pelo "acordo de Lisboa". E, como ela, outros cronistas e comentadores do regime seguirão o trilho da Europa "plasticina" que eles inventaram e cujo artificialismo se irá pagar bem caro daqui a pouco tempo. A Polónia ficou agora nas mãos de um senhor que é um misto de Barroso com Guterres. Ou seja, parece um "liberal" pragmático como o primeiro e promete o céu e a terra como o segundo, sem medir as consequências da ilusão. O gémeo presidente já avisou o cavalheiro como é que vai tratar o seu evangelho. A Polónia, do prisma geopolítico, é um dos mais fascinantes países desta Europa macrocéfala que, estupidamente, não pára de crescer. Nunca foi bem percebida e foi intermitentemente humilhada, ora por um lado, ora por outro. Se este sr. Donald imagina que vai diluir o "orgulho" polaco no "europês" em vigor está muito enganado. Assunto a seguir.