
Juntamente com o presidente checo, Klaus, Kaczynski era dos poucos dirigentes da União a 27 sem temores reverenciais perante a presunção burocrática de Bruxelas que tanto enlevo piroso provoca em gente com pouca história. A Polónia foi um país sofrido durante o século passado e este homem, apenas pequeno na estatura física, ajudou-a a recuperar alguma dignidade e um módico sentido de pátria sem patriotismos patéticos, exacerbados ou envergonhados. Morreu tragicamente como é adequado aos grandes e não sujeito, por exemplo, à humilhação de doenças devoradoras e fatais que achincalham a condição humana. Paz à sua alma.
