Pedro Bandeira Freire, afinal, não aguentou. Lamento profundamente. Sobretudo porque continuamos a aguentar tantos idiotas inúteis e úteis ao "serviço" desta democracia despudorada, amoral e inculta. «Olhando para trás, e agora não posso deixar de o fazer, porque com maior obstinação vejo um túnel ao fim da luz, reconheço que tive uma existência encantada, no sentido que se dá às dos contos de fadas. Fui tocado muitas vezes pela varinha mágica com tudo o que isso possa significar de maravilhoso. Fiz obra, despontei um filho, escrevi algumas árvores e plantei vários livros, imaginei uns filmes e muitos fazem parte do meu imaginário, espaireci na rádio e na televisão, andei por esse mundo, fiz tudo para pintar a manta e o diabo a quatro ou a sete. Tudo isto me submerge numa grande emoção e num sincero sentimento de gratidão que tenho perante a vida. Tudo acaba? Pois acaba! E daí...»
«Um trem de ferro é uma coisa mecânica, mas atravessa a noite, a madrugada, o dia, atravessou minha vida.» Adélia Prado
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16.4.08
TUDO ACABA? E DAÍ...
Pedro Bandeira Freire, afinal, não aguentou. Lamento profundamente. Sobretudo porque continuamos a aguentar tantos idiotas inúteis e úteis ao "serviço" desta democracia despudorada, amoral e inculta. «Olhando para trás, e agora não posso deixar de o fazer, porque com maior obstinação vejo um túnel ao fim da luz, reconheço que tive uma existência encantada, no sentido que se dá às dos contos de fadas. Fui tocado muitas vezes pela varinha mágica com tudo o que isso possa significar de maravilhoso. Fiz obra, despontei um filho, escrevi algumas árvores e plantei vários livros, imaginei uns filmes e muitos fazem parte do meu imaginário, espaireci na rádio e na televisão, andei por esse mundo, fiz tudo para pintar a manta e o diabo a quatro ou a sete. Tudo isto me submerge numa grande emoção e num sincero sentimento de gratidão que tenho perante a vida. Tudo acaba? Pois acaba! E daí...»
Etiquetas:
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Cultura,
Pedro Bandeira Freire,
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13.4.08
O "QUARTETO" OU O DERRADEIRO ENCANTO
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