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6.12.12

A seguir


 


Muito antes de Obama e da torrente de deslumbrados que arrastou por esse mundo fora, sempre me pareceu que Hillary Clinton daria uma liderança mais austera e, simultaneamente, mais "terrena". Com os Republicanos cada vez nas mãos de algum fanatismo inconsequente, talvez o mundo, em 2016, precise da sensatez e da intuição da Secretária de Estado norte-americana de saída. A seguir.

20.2.09

POLÍTICA A SÉRIO


A secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, é dos poucos políticos em cena que me animam. É um gosto vê-la por aí no meio de tantos idiotas embotados, domésticos e europeus.

POLÍTICA A SÉRIO


A secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, é dos poucos políticos em cena que me animam. É um gosto vê-la por aí no meio de tantos idiotas embotados, domésticos e europeus.

27.8.08

POUCA SORTE

Os EUA e o mundo perderam uma boa ocasião e uma excelente presidente. Agora vão ter de escolher entre o aprumadinho Obama e o inócuo pseudo-herói de guerra "republicano". As tretas retóricas de Obama acabarão no dia em que ele, por acaso, for eleito. Aliás, aquela festança permanente que tem sido a sua campanha está esgotada de tão foleira e óbvia que é. O outro, nem retórico consegue ser porque é demasiado pobre de verbo e conteúdo, um pouco na linha do seu antecessor. Não gabo a sorte da América.

POUCA SORTE

Os EUA e o mundo perderam uma boa ocasião e uma excelente presidente. Agora vão ter de escolher entre o aprumadinho Obama e o inócuo pseudo-herói de guerra "republicano". As tretas retóricas de Obama acabarão no dia em que ele, por acaso, for eleito. Aliás, aquela festança permanente que tem sido a sua campanha está esgotada de tão foleira e óbvia que é. O outro, nem retórico consegue ser porque é demasiado pobre de verbo e conteúdo, um pouco na linha do seu antecessor. Não gabo a sorte da América.

8.6.08

À ESPERA DA MAIORIA SILENCIOSA


O mundo aparentemente não nos interessa. Porém, há no mundo, e no mundo da política em particular, uma meia dúzia de figuras que nos devia interessar. Não para usar como "cópia" - o que seria impossível porque estes trinta anos não produziram elites políticas, antes uma ou outra criatura menos má do que as outras - mas para nos por a pensar. É o caso da senadora norte-americana Hillary Clinton. Desde sempre detestada pelas "extremas" e por alguns intelectuais (Norman Mailer, por exemplo), Clinton arrebatou dezoito milhões de eleitores durante a sua campanha presidencial. Fez em Washington, onde se despediu dessa campanha - não da eleição de Novembro - um discurso notável que recordou, aos EUA e ao mundo e para os EUA e para o mundo, o que representou o interregno W. Bush. O senador republicano que lhe pretende suceder não é muito melhor apesar de aparecer como um "heterodoxo" da direita norte-americana e dos respectivos interesses. Falou um dia destes sobre economia e mais valia ter ficado calado. Não sabemos o que se prepara porque não sabemos o que "pensa" a famosa "maioria silenciosa" do sr. Nixon. Hillary tem a vantagem do cérebro o que é um excelente princípio de conversa. Mesmo com Obama à frente - cada vez mais a ter de deixar-se de romantismos retóricos para poder falar como chefe da mais poderosa nação do mundo, como eu e outros desejamos que os EUA continuem a ser uma vez "desapoderados" do belicismo inútil e desastroso gerado pela mitologia "anti-terrorista" pós-Setembro de 2001 - os EUA têm um permanente "compromisso" com o mundo (com o "meu" mundo) que não pode ser desbaratado de novo. Entre a China, a Rússia e demais "poderes emergentes", é bom que a Europa saiba de que lado está. Hillary poderá ser, numa eventual administração Obama, o que ela quiser. Merece-o por inteiro.

À ESPERA DA MAIORIA SILENCIOSA


O mundo aparentemente não nos interessa. Porém, há no mundo, e no mundo da política em particular, uma meia dúzia de figuras que nos devia interessar. Não para usar como "cópia" - o que seria impossível porque estes trinta anos não produziram elites políticas, antes uma ou outra criatura menos má do que as outras - mas para nos por a pensar. É o caso da senadora norte-americana Hillary Clinton. Desde sempre detestada pelas "extremas" e por alguns intelectuais (Norman Mailer, por exemplo), Clinton arrebatou dezoito milhões de eleitores durante a sua campanha presidencial. Fez em Washington, onde se despediu dessa campanha - não da eleição de Novembro - um discurso notável que recordou, aos EUA e ao mundo e para os EUA e para o mundo, o que representou o interregno W. Bush. O senador republicano que lhe pretende suceder não é muito melhor apesar de aparecer como um "heterodoxo" da direita norte-americana e dos respectivos interesses. Falou um dia destes sobre economia e mais valia ter ficado calado. Não sabemos o que se prepara porque não sabemos o que "pensa" a famosa "maioria silenciosa" do sr. Nixon. Hillary tem a vantagem do cérebro o que é um excelente princípio de conversa. Mesmo com Obama à frente - cada vez mais a ter de deixar-se de romantismos retóricos para poder falar como chefe da mais poderosa nação do mundo, como eu e outros desejamos que os EUA continuem a ser uma vez "desapoderados" do belicismo inútil e desastroso gerado pela mitologia "anti-terrorista" pós-Setembro de 2001 - os EUA têm um permanente "compromisso" com o mundo (com o "meu" mundo) que não pode ser desbaratado de novo. Entre a China, a Rússia e demais "poderes emergentes", é bom que a Europa saiba de que lado está. Hillary poderá ser, numa eventual administração Obama, o que ela quiser. Merece-o por inteiro.

2.6.08

UMA COMBATENTE

Vale tudo para afastar Hillary Clinton do combate. Não é por acaso que alguma dita "direita", nos EUA e fora deles, se espreme atrás do demagogo Obama. O candidato republicano é um medíocre que conta com a emergência do jeitoso de cor púrpura para avivar a América "profunda" contra a tagarelice do senador do Illinois. Hillary é uma mulher sensata e, naturalmente, ambiciosa que tem até agora contado com a lealdade do eleitorado não deslumbrado e realista. O "sistema" não gosta dela, a começar pelo seu próprio partido que está nas mãos dos "sindicatos de voto" do insolente Obama. É demasiado segura para desistir facilmente perante a facilidade e o "travestismo" político. Não creio que aceite ser "segunda" de uma "Barbie" masculina e "correcta" na pele e na língua.

UMA COMBATENTE

Vale tudo para afastar Hillary Clinton do combate. Não é por acaso que alguma dita "direita", nos EUA e fora deles, se espreme atrás do demagogo Obama. O candidato republicano é um medíocre que conta com a emergência do jeitoso de cor púrpura para avivar a América "profunda" contra a tagarelice do senador do Illinois. Hillary é uma mulher sensata e, naturalmente, ambiciosa que tem até agora contado com a lealdade do eleitorado não deslumbrado e realista. O "sistema" não gosta dela, a começar pelo seu próprio partido que está nas mãos dos "sindicatos de voto" do insolente Obama. É demasiado segura para desistir facilmente perante a facilidade e o "travestismo" político. Não creio que aceite ser "segunda" de uma "Barbie" masculina e "correcta" na pele e na língua.