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3.3.08

GIUSEPPE DI STEFANO (1921-2008)



Foi o grande "companheiro" de palco e de disco de Maria Callas. Juntamente com Carlo Bergonzi, ainda vivo, é seguramente um dos maiores tenores italianos do século XX. Aquando da sua última aparição em Lisboa, decidiu vir de carro. Chegou cansado e a voz traiu-o. Aceitou acompanhar a Callas nas suas terríveis digressões "em concerto", três anos antes da morte da cantora. Ambos eram, tragicamente, apenas uma sombra dos anos de glória. Dirigidos por Karajan numa inesquecível e indispensável versão "ao vivo" da Lucia de Lamermoor ou, em estúdio, no Il Trovatore, ou ainda por de Sabata em Tosca, Callas e Di Stefano formaram uma extraordinária "dupla" que representa uma época do teatro lírico que não volta mais.

GIUSEPPE DI STEFANO (1921-2008)



Foi o grande "companheiro" de palco e de disco de Maria Callas. Juntamente com Carlo Bergonzi, ainda vivo, é seguramente um dos maiores tenores italianos do século XX. Aquando da sua última aparição em Lisboa, decidiu vir de carro. Chegou cansado e a voz traiu-o. Aceitou acompanhar a Callas nas suas terríveis digressões "em concerto", três anos antes da morte da cantora. Ambos eram, tragicamente, apenas uma sombra dos anos de glória. Dirigidos por Karajan numa inesquecível e indispensável versão "ao vivo" da Lucia de Lamermoor ou, em estúdio, no Il Trovatore, ou ainda por de Sabata em Tosca, Callas e Di Stefano formaram uma extraordinária "dupla" que representa uma época do teatro lírico que não volta mais.