«Um trem de ferro é uma coisa mecânica, mas atravessa a noite, a madrugada, o dia, atravessou minha vida.»
Adélia Prado
16.9.10
UM FILME, UM PAÍS
Isto diz mais acerca do país (ou acerca "deste" Carlos Abreu Amorim, por exemplo) do que setenta teses académicas, oitenta subsidiadas por fundações e apadrinhadas pelo António Barreto ou repastos até cem pessoas com Ribeiro e Castro.
5 comentários:
antónio chulado
disse...
Este rectângulo imperfeito e mal acabado é um ninho de ilustres personalidades e nem sei mesmo se a Inteligência nasceu no mesmo lugar onde foram paridas as "campanhas negras": aqui.
A ministra Alçada recomenda aos meninos que é preciso dormir e tomar o pequeno-almoço; o ministro Vieira da Silva diz que vê sinais de recuperação económica e descida de desemprego, embora ninguém enxergue tais sinais nem encontre a 'ladeira' do desemprego; o ministro das Finanças diz que a dívida está controlada, ao contrário de alguns críticos mal-intencionados; o primeiro-ministro desvaloriza as "desgraças" que 'habitam' no país e diz que é "alarmismo"; a Edite tornou-se numa 'estrela' do absurdo; o Passos anda aos tombos, não diz coisa com coisa e, quando diz, contraria o que disse; o Ribeiro e Castro 'ainda' não descobriu que já não está no PE; as discussões a que nos obrigam a assistir no Parlamento são conversas para deitar fora; e etc., etc., etc..
É gente de boa-vontade, desinteressada, altruísta que só quer o nosso bem-estar, a nossa felicidade; nós é que somos pessimistas, ingratos, mal-dizentes e não os merecemos.
Confesso que prefiro ver e ouvir dois programas seguidos com Rui Santos (SIC-N Domingo à noite) sobre a jornada, do que aturar 3 curtos minutos de CAA na RTP-N, ou ler aquelas suas categóricas facilidades que não consigo dissociar da rotunda pessoa com óculos. Já sem som, ver aquele trio-de-ataque da RTP-N vale a pena (CAA, Rangel e Joana Amaral Dias); abrindo pontualmente uma excepção à Joaninha - cuja vozinha petulante, o beicinho deliciosamente agressivo, a carnação láctea e a penugem loura me perturbam e me dão ideias.
É divertido que alguém se preocupe com o avantajado jacobino da direita e do porto (azul e branco). Enfim, mais uma nulidade ao nível do BE e a juntar a tantas outras.
Ó João, até se pode perceber o que pretende dizer com esse seu " um filme, um país" mas se ler com atenção o texto do Jorge Mourinha não lhe será difícil verificar a confusão que para ali vai num texto que onde se chama a espectadores "convivas" e se misturam dados de filmes com uma semana de exibição com outros que já vão em 4 semanas. De resto, salta de imediato à vista a contradição entre título, abertura e um texto canhestro com uma débil para lhe não chamar ignorante leitura dos dados que estão em causa. Quem é o autor de semelhante disparate, pois desconheço mas do João Gonçalves espero mais acerto neste jogo de setas em que costuma ser muitíssimo bom. Neste caso, lamento, mas graças a um jornalista ignorante e de má escrita, o João, acertou com a seta no chão.
5 comentários:
Este rectângulo imperfeito e mal acabado é um ninho de ilustres personalidades e nem sei mesmo se a Inteligência nasceu no mesmo lugar onde foram paridas as "campanhas negras": aqui.
A ministra Alçada recomenda aos meninos que é preciso dormir e tomar o pequeno-almoço; o ministro Vieira da Silva diz que vê sinais de recuperação económica e descida de desemprego, embora ninguém enxergue tais sinais nem encontre a 'ladeira' do desemprego; o ministro das Finanças diz que a dívida está controlada, ao contrário de alguns críticos mal-intencionados; o primeiro-ministro desvaloriza as "desgraças" que 'habitam' no país e diz que é "alarmismo"; a Edite tornou-se numa 'estrela' do absurdo; o Passos anda aos tombos, não diz coisa com coisa e, quando diz, contraria o que disse; o Ribeiro e Castro 'ainda' não descobriu que já não está no PE; as discussões a que nos obrigam a assistir no Parlamento são conversas para deitar fora; e etc., etc., etc..
É gente de boa-vontade, desinteressada, altruísta que só quer o nosso bem-estar, a nossa felicidade; nós é que somos pessimistas, ingratos, mal-dizentes e não os merecemos.
antónio chulado
Confesso que prefiro ver e ouvir dois programas seguidos com Rui Santos (SIC-N Domingo à noite) sobre a jornada, do que aturar 3 curtos minutos de CAA na RTP-N, ou ler aquelas suas categóricas facilidades que não consigo dissociar da rotunda pessoa com óculos.
Já sem som, ver aquele trio-de-ataque da RTP-N vale a pena (CAA, Rangel e Joana Amaral Dias); abrindo pontualmente uma excepção à Joaninha - cuja vozinha petulante, o beicinho deliciosamente agressivo, a carnação láctea e a penugem loura me perturbam e me dão ideias.
Ass.: Besta Imunda
«(...)O PSD não pode amedrontar-se com as investidas dos que o acusam de não ser igual ao PS e aos acomodados do regime(...)». (C.A.A.)
O sujeito bebe ?
É divertido que alguém se preocupe com o avantajado jacobino da direita e do porto (azul e branco). Enfim, mais uma nulidade ao nível do BE e a juntar a tantas outras.
Ó João, até se pode perceber o que pretende dizer com esse seu " um filme, um país" mas se ler com atenção o texto do Jorge Mourinha não lhe será difícil verificar a confusão que para ali vai num texto que onde se chama a espectadores "convivas" e se misturam dados de filmes com uma semana de exibição com outros que já vão em 4 semanas. De resto, salta de imediato à vista a contradição entre título, abertura e um texto canhestro com uma débil para lhe não chamar ignorante leitura dos dados que estão em causa. Quem é o autor de semelhante disparate, pois desconheço mas do João Gonçalves espero mais acerto neste jogo de setas em que costuma ser muitíssimo bom. Neste caso, lamento, mas graças a um jornalista ignorante e de má escrita, o João, acertou com a seta no chão.
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