8.6.09

«UM ÁCIDO BANHO DE REALIDADE» E A «SITUACIONISTA COMUNICAÇÃO SOCIAL»


É assim que o João Villalobos, no Blogtailors, "leu" (presumo) o livro e a respectiva apresentação por Pacheco Pereira. Quanto à ausência de Manuela Ferreira Leite, é meramente retórica. Já a presença do casal Eanes ou de José Medeiros Ferreira, não. Bem como de outros, tantos, amigos não «amiguistas». Os "fascistas" não são, afinal, exactamente como os pintam. De qualquer forma, o João tem razão. Ele sabe porquê. Eu também. «Perante isto, pensei, ainda há esperança para Portugal. Um dia viveremos melhor do que em 2005, intuí. Se isso se deverá ao ácido banho de realidade que nos oferece o João? Em parte estou certo de que sim. Mas principalmente às mulheres. Disso não tenho dúvida alguma. O que só torna a ausência de Manuela Ferreira Leite, cuja presença chegou a estar confirmada, tão indesculpável como a da situacionista comunicação social.»

2 comentários:

garganta funda.... disse...

O Garganta vai fazer um favor a todos os partidos e empresas de comunicação social (jornais, tádios e tvs): o PS socretino não atingirá os 27/28 % nas próximas eleições legislativas.

Assim evitam encomendar "sondagens da treta" e contratar "comentadores e politólogos da maria joana".

Com esta medida poupam uma pipa de massa.

Eu sou o Garganta Funda, e aprovo esta mensagem.

Cáustico disse...

Não alimento qualquer ilusão acerca dos políticos. A minha confiança neles é mínima, melhor dizendo, nula, porque não passam de seres humanos.
Desde a abrilada que costumo dividir o espectro político português em dois grupos: um formado pelo PSD e por todos aqueles que, no dizer dos políticos, estão à sua direita. Outro grupo formado pelo partido que interesseiramente se designa de socialista, mas que não passa de um socialismo de merda, e de todos os outros situados à sua esquerda que, embora desgastando constantemente a palavra democracia, mantêm no seu intimo o gosto pela ditadura do proletariado, de cariz estalinista ou trotskista, que sonharam e lutaram pela sovietização de Portugal. Entre estes dois grupos coloco um socialismo puro, que designo de cristão, infelizmente inexistente. Era neste socialismo que passaria a votar, se tivesse a certeza da sua pureza. Nunca poderia votar em partidos que apoiaram e ainda sentem nostalgia por políticas assassinas que eliminaram mais de 100 milhões de inocentes, ou que se dizem uma coisa e actuam no seu contrário.