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10.9.10

NO PAÍS HUMPTY DUMPTY

O senhor conselheiro Pinto Monteiro ouviu o seu conselho superior. Pelos vistos, o seu conselho superior não tem apreciado ouvir o senhor conselheiro Pinto Monteiro. Mas ninguém se mexeu ou mexe. Seja ele, o seu número dois ou aqueles de cuja nomeação depende que estejam e fiquem. Por outro lado, um "probleminha" informático, muito apropriadamente no país das altíssimas tecnologias, impediu que fosse divulgada uma decisão judicial de "formatação" complexa. À consideração dos Humpty Dumpty.

14.7.10

SÓCRATES DO OUTRO LADO DO ESPELHO


Duvido que Sócrates tivesse alguma vez lido Lewis Carroll. Ou que saiba, sequer, de quem se trata. Talvez o termo "país das maravilhas" lhe mova uma sinapse. Todavia, a entrevista ao Financial Times pode ler-se como se fosse Humpty Dumpty a falar. Ora reparem:

«I don't know what you mean by “glory”», Alice said. Humpty Dumpty smiled contemptously. “Of course you don’t – till I tell you. I meant “there´s a nice knock-down argument for you!” “But “glory” doesn't mean “a nice knock-down argument,” Alice objected. “When I use a word, “Humpty Dumpty said, in rather a scornful tone, “it means just what I choose it to mean” – neither more nor less.” “The question is, “said Alice,”whether you can make words mean so many different things.” “The question is,” said Humpty Dumpty, “which is to be master – that's all.”»

Nem mais nem menos.

31.12.09

BOA QUESTÃO

«It is a very inconvenient habit of kittens (Alice had once made the remark) that, whatever you say to them, they always purr. `If them would only purr for "yes" and mew for "no," or any rule of that sort,' she had said, `so that one could keep up a conversation! But how can you talk with a person if they always say the same thing?'»

Lewis Carroll, Through the looking glass

28.11.09

DOS PEIXES

Desde o início que venho a dizer que Vara não é homem para se "sujar" por causa de uns míseros euros. Tudo, afinal, se resume a um cabaz de robalos e a um irrelevante equipamento desportivo. Todavia, e pelo sim, pelo não, ficou o "conselho" ao senhor conselheiro Monteiro para não divulgar "conversas privadas". Realmente, o que é que interessa uma conversa em torno de peixes? Vara recorda-me a Alice de Lewis Carroll. A coitadadinha julgava que toda a poesia é acerca de peixes.

27.11.09

HUMPTY CORPORATIVO DUMPTY

O Filipe analisa a «teoria Humpty Dumpty" aplicada à blogosfera. E bem porque, para alguns "heróis", os «nomes nos blogues são apenas nomes nos blogues, não vale a pena assinar nada, nada significa nada.»

16.11.09

MISS HUMPTY DUMPTY

«Discussão que agora domina os cafés», «porque é preciso sempre discussão»? Domina? É preciso? E, depois, tudo por referência à senhora Humpty Dumpty da correcção? Por amor de Deus.

30.9.09

WHAT ARE YOU?*


«O que as frases de Sócrates nunca são: objectos ideológicos. Quando existiu a assunção da «possibilidade do erro» não saímos de uma espécie de imaginário (pobre) completamente psicologista, montado para causar impacto. Ou seja: aprova-se alguém só porque consegue desempenhar um papel do princípio ao fim. «Tudo isto é isto», para toda essa maioria relativa

Samuel Filipe, Esse bandido

«But I'm not a serpent, I tell you!" said Alice. "I'm a - I'm a - ' "Well! What are you?" said the Pigeon. "I can see you're trying to invent something!"(Lewis Carroll, Alice's Adventures in Wonderland)

26.9.09

LEITURAS PARA O DIA DE REFLEXÃO - 2


Em jeito de resposta (incompleta) à Carla, o White King. Um pessimista antropológico como eu só podia estar de acordo com isto. «"I see nobody on the road," said Alice. "I only wish I had such eyes", the King remarked in a fretful tone. "To be able to see Nobody! And at that distance too! Why, it's as much I can do to see real people, by this light!"»

17.9.09

«CONSEGUIR VER NINGUÉM»


Um comentador anónimo, daqueles que fazem "avançar Portugal", deixou ali atrás este clarividente e oportuno comentário: «Você não é republicano porque você não é coisa nenhuma. Você não existe.» Talvez lhe tivessem lido Lewis Carroll, Through the Looking Glass, imaginando que era coisa para pequeninos, os literais e os cerebrais. A páginas tantas Alice reencontra o Rei. «"Ninguém vem na estrada, é o que vejo", disse Alice. "Quem me dera ter os teus olhos", respondeu o Rei agastado. "Para conseguir ver Ninguém!"»