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1.7.10

TODOS IGUAIS, TODOS SATISFEITOS CONSIGO PRÓPRIOS


A antiga anarquista Lurdes Rodrigues publicou um livro. A mulher é socióloga, catedrática do ISCTE (pois claro), ex -"orientadora" de qualquer coisa que Sócrates andou a fazer no dito ISCTE, noutra encarnação, e foi famosamente ministra da educação no absolutismo socrático. Não começou mal. Exibiu uma autoridade que, aos poucos, se esfumou em gratuito autoritarismo discutido diariamente na rua. As escolas, que já eram o que eram, passaram a recreio privilegiado da luta da ministra contra os professores e dos professores contra a ministra para gáudio dos sindicatos, dos meninos, das meninas e dos pais destes. A figura tutelar do professor e a noção de disciplina ficaram cativas de uma agenda que se perdeu pelo caminho. Sócrates apareceu no lançamento do livro para dizer que Lurdes Rodrigues - à semelhança dele, aliás - é uma pessoa "satisfeita consigo própria". Não é um elogio como ele supõe. É um descarado vitupério dirigido, em regra, a tolinhos sobretudo no dia em que a generalidade dos portugueses começou a empobrecer. Ora L. Rodrigues nada tem de tolinha. Aliás, a fina flor do PS e do governo foi lá prostar-se, Mário Soares incluído, diante dela. Mais diante da presidente da FLAD do que da ministra que a senhora foi. Porque se fosse por isto, hoje ainda estaria numa 5 de Outubro que, no dia seguinte à sua saída, começou, pela mão da sorridente Alçada, a fazer exactamente o contrário do que L. Rodrigues andou a fazer durante quatro anos e meio. (foto: Lusa)

9.1.10

MARIA MICHAELE DE LURDES SALAHI RODRIGUES


A escolha da velha anarquista Lurdes Rodrigues para a presidência da FLAD é, em pequenina, parecida com a presença de intrusos em algumas recepções do presidente Obama na Casa Branca.