A partir das 19.30, no canal Mezzo, recapitulação da versão Barenboim de A Valquíria, no Scala de Milão em 2010. Imperdível num serão de sábado televisivo nacional quase sempre a raiar a indigência mental.
«Um trem de ferro é uma coisa mecânica, mas atravessa a noite, a madrugada, o dia, atravessou minha vida.» Adélia Prado
A partir das 19.30, no canal Mezzo, recapitulação da versão Barenboim de A Valquíria, no Scala de Milão em 2010. Imperdível num serão de sábado televisivo nacional quase sempre a raiar a indigência mental.
Wagner, Die Walküre: Nina Stemme, Vitalij Kowaljow, Daniel Barenboim. Teatro alla Scala, 2010.




Para desenjoar da mediocridade instalada à qual pelos vistos ninguém consegue fugir, vale a pena seguir os passos de Daniel Barenboim em Lisboa. Logo à noite toca Chopin (concertos 1 e 2 para piano e orquestra) com a Orquestra Gulbenkian, no Coliseu, dirigida por Lawrence Foster. Amanhã, no Auditório 2 da dita Fundação, Barenboim apresenta o livro da foto numa tradução da Bizâncio. Há também um concerto a solo, na quarta-feira, preenchido apenas com Chopin. Se há seres humanos luminosos e universais, Barenboim é um deles.
Para desenjoar da mediocridade instalada à qual pelos vistos ninguém consegue fugir, vale a pena seguir os passos de Daniel Barenboim em Lisboa. Logo à noite toca Chopin (concertos 1 e 2 para piano e orquestra) com a Orquestra Gulbenkian, no Coliseu, dirigida por Lawrence Foster. Amanhã, no Auditório 2 da dita Fundação, Barenboim apresenta o livro da foto numa tradução da Bizâncio. Há também um concerto a solo, na quarta-feira, preenchido apenas com Chopin. Se há seres humanos luminosos e universais, Barenboim é um deles.
