
«Um trem de ferro é uma coisa mecânica, mas atravessa a noite, a madrugada, o dia, atravessou minha vida.» Adélia Prado
2.1.12
ACORDO ORTOGRÁFICO?

ACORDO ORTOGRÁFICO?

30.12.11
20.4.11
COM RICARDO PAIS NO PORTO

Conheci o Ricardo Pais, há muitos anos, por baixo do palco do Grande Auditório da Gulbenkian. Ele encenava - e ensaiava com Jorge Salavisa e Vasco Wellemkamp - Só Longe Daqui para o defunto Ballet Gulbenkian e eu escrevia para o igualmente desaparecido Semanário. Depois revi-o no Dona Maria (outra coisa praticamente morta), no São João e no Rivoli. Nem sempre estivemos de acordo quando ambos tivemos responsabilidades no ministério da Cultura (mais um venerando falecido às mãos do demissionário socratismo) ou mesmo depois. Mas sempre segui e admirei o trabalho do Ricardo, de Lisboa (desde a Casa da Comédia) ao Porto ou em Viseu. Por isso lhe propus que apresentasse o Contra a Literatice e Afins no Porto onde agora reside (o convite está aqui à direita). É mais logo, a partir das 18 horas, na Fnac de Santa Catarina.COM RICARDO PAIS NO PORTO

Conheci o Ricardo Pais, há muitos anos, por baixo do palco do Grande Auditório da Gulbenkian. Ele encenava - e ensaiava com Jorge Salavisa e Vasco Wellemkamp - Só Longe Daqui para o defunto Ballet Gulbenkian e eu escrevia para o igualmente desaparecido Semanário. Depois revi-o no Dona Maria (outra coisa praticamente morta), no São João e no Rivoli. Nem sempre estivemos de acordo quando ambos tivemos responsabilidades no ministério da Cultura (mais um venerando falecido às mãos do demissionário socratismo) ou mesmo depois. Mas sempre segui e admirei o trabalho do Ricardo, de Lisboa (desde a Casa da Comédia) ao Porto ou em Viseu. Por isso lhe propus que apresentasse o Contra a Literatice e Afins no Porto onde agora reside (o convite está aqui à direita). É mais logo, a partir das 18 horas, na Fnac de Santa Catarina.14.4.11
A "OBJECTIVIDADE" PODE SER SUBJECTIVA*

Ana Cristina Leonardo, Expresso. 9.4.11
A "OBJECTIVIDADE" PODE SER SUBJECTIVA*

Ana Cristina Leonardo, Expresso. 9.4.11
3.4.11
"OS MORNOS SÃO VOMITADOS POR DEUS"

João Pereira Coutinho, suplemento Domingo (CM)
"OS MORNOS SÃO VOMITADOS POR DEUS"

João Pereira Coutinho, suplemento Domingo (CM)
2.4.11
29.3.11
«PROVA ORAL»

«PROVA ORAL»

26.3.11
O "FERRÃO VENENOSO"
Contra a Literatice e Afins na "estante" de João Céu e Silva.
Adenda 2: Por falar em Tolentino, esta entrevista de onde retirei a seguinte epifania - «eu gosto muito de olhar para os caracóis. Se tivesse que escolher um ser vivo na natureza para falar de mim, era o caracol. Por causa de uma frase que está associada: "Tudo o que tenho, trago comigo". Tolentino: faça como a Patricia Highsmith que também adorava caracóis. Sempre que viajava, metia uns quantos entre os seios, no soutien. Era uma forma de os trazer sempre consigo.
O "FERRÃO VENENOSO"
Contra a Literatice e Afins na "estante" de João Céu e Silva.
Adenda 2: Por falar em Tolentino, esta entrevista de onde retirei a seguinte epifania - «eu gosto muito de olhar para os caracóis. Se tivesse que escolher um ser vivo na natureza para falar de mim, era o caracol. Por causa de uma frase que está associada: "Tudo o que tenho, trago comigo". Tolentino: faça como a Patricia Highsmith que também adorava caracóis. Sempre que viajava, metia uns quantos entre os seios, no soutien. Era uma forma de os trazer sempre consigo.
25.3.11
«PELA LITERATURA, CONTRA A LITERATICE»

«A literatura não é um território de pacificação ou de anemia. ‘Contra a Literatice e Afins’ (Guerra e Paz), de João Gonçalves, foi ontem lançado em Lisboa, e é um inventário de argumentos sobre a matéria. Gonçalves é um excelente leitor que não depende no universo de deferências literárias e editoriais – tem, a seu favor, o mau génio, a tentação polémica, a necessidade de beleza. Disso tudo fala a literatura; de renascimento, de vingança, de uma eternidade que não demora a passar. As boas consciências que procuram ver na leitura "um acto de cidadania" escusam de passar por estas páginas, verdadeiros textos de guerrilha onde sobrevoa a inspiração de Sena e o deslumbramento diante dos mestres (Gaspar Simões ou Prado Coelho, por exemplo). Pela literatura, contra a literatice.»
Francisco José Viegas, CM
(editado aqui na ortografia dita antiga)
«PELA LITERATURA, CONTRA A LITERATICE»

«A literatura não é um território de pacificação ou de anemia. ‘Contra a Literatice e Afins’ (Guerra e Paz), de João Gonçalves, foi ontem lançado em Lisboa, e é um inventário de argumentos sobre a matéria. Gonçalves é um excelente leitor que não depende no universo de deferências literárias e editoriais – tem, a seu favor, o mau génio, a tentação polémica, a necessidade de beleza. Disso tudo fala a literatura; de renascimento, de vingança, de uma eternidade que não demora a passar. As boas consciências que procuram ver na leitura "um acto de cidadania" escusam de passar por estas páginas, verdadeiros textos de guerrilha onde sobrevoa a inspiração de Sena e o deslumbramento diante dos mestres (Gaspar Simões ou Prado Coelho, por exemplo). Pela literatura, contra a literatice.»
Francisco José Viegas, CM
(editado aqui na ortografia dita antiga)
A LUTA CONTINUA




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