
Não faço parte de nenhuma seita ou mandarinato. Muito menos "escrevo". Consequentemente não chafurdo na feira de vaidades do "meio". No entanto, leio. O Francisco José Viegas, com muita generosidade, achou que eu podia dar duas ou três razões - na revista Ler à qual regressou como director - para o leitor se aventurar n' As Benevolentes, de Jonathan Littell. Todavia, I am not my own subject. O que vale mesmo a pena são as novecentas páginas de Littell e a Ler, em geral, cujo número de Maio "saiu" hoje.