
Leonel Moura - um "artista" português - perfeitamente retratado pelo Almocreve. Até me mordo todo por não ter escrito isto mas, desde os artigos bajuladores (do PS, pois claro) que o "artista" paria no falecido vespertino A Capital, jamais o conseguiria reler. Nem sequer sabia que perpetrava noutro jornal. «A emulação neo-modernista que deu ao seu ocioso pensamento, bem ao estylo da sacristia do sr. Sócrates, enclausurou-o na galeria dos vassalos não arrependidos da governação. O artista dos 45 "jardins portáteis" passou a sua bula projectual directamente do Jornal de Negócios – o seu "habitar poético" (Heidegger) – para a estreiteza dos muros do casebre do Largo do Rato. A guia de marcha (versão kitsch) dispôs de uma construtividade decorativa meta-artificial curiosa e dava um bom candeeiro para o pesiché da D. Câncio.» Chapeau.
