
Transcrevo aqui, há anos, crónicas e excertos de crónicas de Manuel Maria Carrilho de quem, aliás, sou amigo. Mas já o lia e citava antes de nos tornarmos amigos não vá o filistinismo sempre de serviço ficar incomodado. Nos últimos tempos, Carrilho escrevia no Diário de Notícias mas, segundo afirmou o director do jornal a uma revista, vai deixar de escrever. “Não é o único que deixa de escrever para nós. Ao todo, são cinco, incluindo Celeste Cardona e Baptista Bastos. Não há um motivo especifico, há um motivo geral: quando entra uma direcção nova, tenta-se refrescar a imagem”, declarou André Macedo. Vamos aguardar o resultado deste "refrescamento" em todo o seu esplendor: quem sai, quem fica e quem entra. Todavia faço votos que o Senhor Director poupe, nos dois últimos casos, os putativos leitores a meras redacções das antigas segunda e terceira classes ou a alguidares de baba.
O josé é que o topou:
ResponderEliminarhttp://portadaloja.blogspot.pt/2014/09/a-sociedade-aberta-e-os-seus-inimigos.html
A defenestração de Bastos e Cardona foi um acto de higiene ainda que por motivos diferentes que de óbvios não vale a pena explicar.
ResponderEliminarCarrilho é de outro gabarito mas por isso mesmo está deslocado numa folha de alface onde, aposto, 95% passavam de página à procura da "bola".
Os "críticos" de televisão fazem suspirar pelo Castrim.
Mário Soares assina redacções que deviam envergonhar a família, não ele que já ultrapassou esse limite.
Ferreira Fernandes um caso extremo de cabotinismo.
Sobre a Câncio nada a dizer, ela aliás não deixa dizer nada.
Como se vê, foi apenas um espanador quando era preciso uma vassoura como aquela do filme do Disney, "Fantasia".
Mas "perspetivismo". "Perspetivismo"?
ResponderEliminarCosta