Caríssimo, relembro com imensa saudade a estreia nos idos dos anos 80 da Tetralogia (versão Boulez-Chéreau) no anfiteatro 2 da Fundação Calouste Gulbenkian, com a apresentação do saudoso Maestro João de Freitas Branco. Hoje não há heróis nem monstros; apenas vermes complacentes.
Caríssimo, relembro com imensa saudade a estreia nos idos dos anos 80 da Tetralogia (versão Boulez-Chéreau) no anfiteatro 2 da Fundação Calouste Gulbenkian, com a apresentação do saudoso Maestro João de Freitas Branco.
ResponderEliminarHoje não há heróis nem monstros; apenas vermes complacentes.
Cá vai um Chéreau do outro mundo: a "sua" Fedra.............
ResponderEliminarE eu tive a sorte de assistir ao vivo e integralmente, a esta mítica produção de Chéreau/Bolez. Inolvidável!
ResponderEliminarQue descanse em Paz a sua alma!