A convite do Joaquim Sapinho assisti, na Cinemateca, à apresentação do seu belíssimo Deste Lado da Ressurreição. O actual secretário de Estado da Cultura tinha acabado de substituir o Francisco José Viegas e assistiu à sessão. Maria João Seixas, a directora da casa, não se poupou no acrisolado encómio que dirigiu a Barreto Xavier, apresentado por ela e por contraposição evidente a Viegas, como o novo "salvador" da Cinemateca. Aliás, dizia a senhora, a presença dele no evento era a prova da sua dedicação à "causa" do cinema e, muito particularmente, à casa. Entretanto Xavier aparentemente "perdeu" mais tempo a trazer para os jornais coisas que não interessavam nada do que a "salvar" a Maria João Seixas. E a "cultura" pouco mais tem sido do que a Vasconcelos e um cacilheiro por sinal também da Vasconcelos. Soube-se agora que a Cinemateca e o ANIM - para onde devia ir o arquivo da RTP como atempadamente sugeri em vão a quem de direito - não têm dinheiro sequer para mandar cantar um cego. Imagino que a Seixas não verteria a mesma honesta baba que verteu "naquele" lado da resssurreição. Xavier promete que não "fecha" sem grandes detalhes porque sabe que não é ele quem distribui a mercearia que, para já, ainda é a do OE de 2013. Pense-se na de 2014. «Quando sabemos o que devemos fazer, encontramos razões para não o fazer. Essas razões não são de Deus, são do Diabo.»
Maria João Seixas já anda nisto (coisas do Estado) desde 1975. Já fez de quase tudo, já esteve em quase tudo, RTP 1 RTP 2 e mais que houvesse. Secretária, assessora , Gulbenkian , mandatária etc.
ResponderEliminarNão é agora que uns míseros tostões a vão atrapalhar. Se for preciso passam a exibir apenas curtas-metragens.