28.12.13

Alice e o dr. Passos

Se o tropismo numérico dos 120 mil e dos 20 mil "empregos" se tivesse passado com Guterres, Barroso, Santana Lopes (meu Deus, Santana Lopes!) ou mesmo com Sócrates "dos últimos dias", não teria subsistido a menor complacência. E já estou a descontar as "festas". Mas o momento político é de declinação ronhosa dos livros da Alice, quer "no país das maravilhas", quer "através do espelho". Maria João Avillez, que não é Lewis Carroll, chama-lhe "resiliência" e não pode deixar de admirar um homem que mantém a mesma calma a beber uma bica ou a assistir a um incêndio (ela estava a citar o "pensamemto mágico" de Ricardo Costa diante deste). Eu, modestamente, como o personagem de Carroll, apenas vejo Ninguém vir ao longe na estrada. E, Alice dixit, como seria bom poder ver Ninguém.

4 comentários:

  1. Bruno Gomes9:27 p.m.

    mas, no seu espellho, pode ver sempre um filho da puta

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  2. João Vargas Moniz2:03 p.m.

    On the contrary, my friend, thank's God we see Nobody. Because Nobody is also Nothing.

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  3. Pintas2:34 p.m.

    http://www.maquinadelavax.blogspot.pt/2013/12/ha-lixo-em-lisboa.html

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  4. Rui Moringa9:03 p.m.

    Quem, em seu juízo se interessa por nada. Nada é nada. Essa gente é mesmo vazia de tudo.
    Estamos perdidos?!

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"Sujeito a aprovação prévia"