Mário Soares anda lastimável como democrata. Torna irreconhecível o Mário Soares de 1974, 1975, 1976, 1977, 1978, 1983, 1984, 1985, 1986 a 1996 e, mesmo, o candidato a eurodeputado de 1999. O Mário Soares de 2005 já era uma sombra dos outros todos e, por isso, o eleitorado reduziu a sua recandidatura presidencial a uns humilhantes treze por cento. Até Alegre o derrotou. Em 2012, um "novo" Soares manifesta-se a favor de um governo que derrube o actual sem eleições. O essencial, diz ele, é acabar com o que está seja lá como for. Um antigo primeiro-ministro de Portugal, um antigo Chefe de Estado de Portugal devia ser maior do que isto que nem o mais obtuso comentadeiro ou escrevinhador se atreve a prodigalizar. Assim, vale a pena recordar o Mário Soares de 1984, então primeiro-ministro, quando dizia na Gulbenkian (eu estava lá, no Grande Auditório, e ouvi) que o governo deve «recomeçar, pacientemente, quantas vezes forem necessárias, tomar decisões, não se deixar perturbar por agressões verbais, por incompreensões ou por injustiças, aguentar de pé.» Onde pára este Soares?
Onde pára este Soares?
ResponderEliminarA magicar como há-de vingar-se do corte de 30% de subsidio à sua inutil fundção ...
1.800.000 E em dois anos.. é muita fruta!
Parece que está tudo louco...até o General Almeida Bruno se juntou agora à nave dos loucos, a avaliar por estas declarações:
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Ainda vamos ter Almeida Bruno aos tiros á malta do Otelo?
Um texto bem intencionado mas, com o devido respeito, ingénuo. Pois o Mário Soares (manobrador, vaidoso e palavroso) é sempre o mesmo, hoje como ontem. Mas, pela juventude, disfarçava melhor. Para saber quem é de facto este personagem, que fingiu ter enfrentado o estalinismo cunhalista sem de facto o querer fazer (foi Salgado Zenha quem, numa discussão azedíssima, o obrigou a estar à altura do momento e daí o famoso debate), leia no livro "Sobre Portugal nestes tempos do fim", de André Coyné o que é dito, com provas, sobre este personagem mistificador. A velhice tirou-lhe a habilidade e agora apresenta-se sem mascarilha: um insensato para quem a História vai ser dura.
ResponderEliminarNem mais. Assumindo a liberdade que assiste a qualquer cidadão de endereçar sugestões ao Presidente da República, o meu aplauso se Cavaco Silva começar por sondar Mário Soares para avaliar da disponibilidade deste para a liderança de tal governo.
ResponderEliminarHá muita gente - muitos que se governaram à grande e hoje estão ricos - que deveríamos obrigar a sentar-se no banco dos réus e fazê-los pagar não só os roubos e falcatruas com que se encheram e aos seus familiares,como pela pobreza que trouxeram para a maioria dos portugueses. Na primeira linha estaria este filho de padre,um "democrata"de aviário, que muito bem tem enganado toda a gente!Lembrem-se de como chegou a PR,mentindo descaradamente no último debate com o Freitas,esse renegado "socialista"de aviário,mas mesmo assim,o Soares ainda conseguiu engan o povo!Está para se saber um dia quanto terá pago ao malhadinhas que lhe deu umas punhadas no focinho na Marinha Grande!Pois julgo que toda esta raiva contra o Passos Coelho(um Homem honesto como ele dizia ao princípio)se deve aos cortes nas fundações dele e da corista!Mas será que o governo só´vai cortar 30%?E porque não tudo?Ele roubou o suficiente e é mais do que milionário para poder manter muitas fundações!
ResponderEliminarGrande safardana!Grande idiota!
"Gatunos", "para a rua", enfim... Se Mário Soares soubesse o que dele se dizia em qualquer conversa de taxista lisboeta, teria mais tento na língua.
ResponderEliminarMas fiquei contente com uma coisa: ele acabou de proceder à reabilitação de João Franco. JF governou por decreto, com o parlamento fechado, com uma imprensa livre que dele e do Rei dizia cobras e lagartos. mais ainda, a "ditadura" marcara eleições par 5 de Abril de 1908.
Mário Soares vê as coisas ao contrºario: o país ainda agora saiu de eleições, carrega às costas uma imprensa a soldo e completamente balsemisado - no que isso de pior significa -, o Parlamento está em funções, mas no douto saber do ex-residente de Belém, isso não significa nada. Sempre deve haver uma minhoca Monti por aí, nesta capoeira em que vivemos. A s galinholas que comecem a esgravatar. Vão ter um rico enterro. Decididamente, esta gente não aprende coisa alguma.