27.9.12

Ética?

Tenho vergonha disto.

13 comentários:

  1. Só disto? Infelizmente devemos ter vergonha de muito, muito mais, sendo que ISTO É TOTALMENTE INACEITÁVEL! Mais uma vez me lembra o nosso Maior - "UMA APAGADA E VIL TRISTEZA"!

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  2. domedioorienteeafins.blogspot.com3:32 p.m.

    A relação custo/benefício é uma espécie de eutanásia disfarçada. Nem sequer respeita a vontade do doente (que até poderá querer morrer) mas submete-se a critérios economicistas em que a decisão competirá a um gestor que se regulará segundo conveniências próprias e/ou alheias e que, no limite, poderá ser um indigente mental. ABOMINÁVEL.

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  3. Em boa verdade, a caixa de Pandora já está aberta. Isso aceite, isto não surpreende e a ética passa a vago conceito que alberga tudo e o seu contrário.

    É onde chegámos. E ainda mal começou a nossa descida aos infernos.

    Costa

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  4. Isto sempre é mais facil do que acabar com a fundação mario soares, quem precisa destes tratamentos não tem tempo de antena para envenenar o povinho contra o governo...

    Acabem com a fundação do joe, ele que meta os quadros no C*.

    Apoiem o Cavalo Lusitano ! pelo menos tem qualidade e dignidade!

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  5. Eis, em todo o seu esplendor, o resultado da mentira do Estado social: a completa burocratização da medicina e, consequentemente, da decisão sobre quem deve viver e morrer e quando.

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  6. joaogon5:35 p.m.

    Pois eu não tenho vergonha. É asco, João, asco profundo por estes gajos. Cumps

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  7. Depois de esfolada durante uma vida com impostos e contribuições – e com um reduzido ou nulo recurso ao sistema nacional de saúde - uma pessoa descobre que tem uma doença grave.

    O Estado Fiscal vem e diz: Agora já não, pá ! Ficas muito caro/a. Agradecemos que nos tivesses entregue o teu dinheiro, que tivesses abdicado da tua autonomia financeira (autonomia que te permitiria recorrer a serviços privados, em Portugal ou noutro sítio), mas agora somos nós que vamos decidir quanto tempo mais é que tu mereces viver e com que qualidade clínica irás viver.

    Eutanásia (diferida) sim, mas só se for decidida por funcionários omniscientes e mesmo que seja contra a vontade do doente.

    Perante isto pergunto:
    1) Podemos confiar o nosso dinheiro ao Estado ?
    2) Podemos sentir-nos (em função da resposta à pergunta 1) desobrigados do pagamento de impostos e contribuições ?
    3) Eutanásia grátis para todos – recuando na escala das doenças até uma simples gripe – não ficaria ainda mais baratinho ?

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  8. Anónimo6:03 p.m.

    Não é só isto. É isto e o país andar a gastar milhões pelas freguesias fora em coisas que nem ao diabo lembra, como "concertos" de música pimba tipo "apita o comboio" e "o bacalhau da Maria ", para gáudio de dirigentes de meia-tigela e respectivos acólitos. E o tribunal de contas que se deixe de fazer relatórios e passe à acção, sob pena de ser tão ou mais responsável do que os prevaricadores.

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  9. S.Guimarães7:23 p.m.

    E para os cancros políticos continua a haver remédios ?
    É simplesmente Vergonhoso. Os nossos políticos deixaram de ter coluna vertebral. São vermes da pior espécie. Nem o "ditador" se lembraria de semelhante desumanidade...

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  10. S.Guimarães7:24 p.m.

    E para os cancros políticos continua a haver remédios ?
    É simplesmente Vergonhoso. Os nossos políticos deixaram de ter coluna vertebral. São vermes da pior espécie. Nem o "ditador" se lembraria de semelhante desumanidade...

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  11. observador labrego11:32 p.m.

    Há mui tempo atrás, fiz notar que a soberania está no povo, e como tal o que lhe é prometido devia ser respeitado.
    -mas tiram-lhe o que tem direito, reforma, por exemplo, mas respeita-se os contractos com as PPP's e afins;
    - põe-se Povo trabalhador público, contra Povo trabalhador privado, e vice-versa;
    - ignora-se manifestações ordeiras deste Povo, há espera duma em que ele se passe dos carretos;

    Portanto, isso é só mais uma acha para esta fogueira...

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  12. observador labrego11:35 p.m.

    Efectivamente era mais fácil quando essa decisão dependia do poder da carteira de cada um ...Vidé Miguel Torga

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  13. Isabel de Deus5:51 p.m.

    Vergonhoso, de facto. Digno do tal indigenato referido por Carrilho.

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"Sujeito a aprovação prévia"