23.7.12

Mais Torquato, meu amigo

Esquece as horas de dor, o sofrimento
tornado rotina,
esse relógio a marcar o lento
correr dos dias, lâmina fina
que tudo por dentro
dilacera e mina.

Esquece o último tempo, a aflitiva

sensação do fim breve
e retoma na alma em carne viva
a doçura do Verão, cântico leve
que tanto se escreve
como se esquiva.

2 comentários:

  1. Um forte abraço, caro João! Isto vai... Lentamente, mas vai.

    ResponderEliminar
  2. Anónimo5:27 p.m.

    Não posso deixar de lhe dar duplos parabéns não só pela transcrição da insubstituível entrevista que lhe foi concedida pelo Prof. Hermano Saraiva mas também pelo pequenino e lindo poema de Torquato da Luz de cuja poesia sou admiradora, como sabe.
    Maria

    ResponderEliminar

"Sujeito a aprovação prévia"