O meu amigo Medeiros Ferreira exagera manifestamente ao falar numa hipotética "quinta da maioria". Atente-se, por exemplo, na recuperação de um secretário de Estado do último governo Sócrates para um cargo de director-geral. Ou na manutenção em funções de outros tantos ou na renovação dos seus mandatos. Não é pecado ser socialista, comunista, bloquista, verde, amarelo ou nada. Mas também não é pecado ser da maioria ou afim. É que às vezes parece que é.
"Deputado que não conhece outro mundo do que o oferecido pela jota partidária". Curto é o mundo que o Snr Dr. Medeiros Ferreira alcança, que não terá reparado nas hostes seniores do seu próprio campeonato, que sem outro trabalho conhecido estiveram no farto repasto em que se banquetearam.
ResponderEliminarO pessoal das obras ensina. A função pública tarde despertou para a justiça e para equidade. Se a finalidade das mudanças laborais é por toda a gente a ser aviada por igualitária receita não se compreende tanta indignação . Antes não falavam porque se sentiam confortavelmente iguais ou especialmente distinguidos?
Essa nomeação específica a que se refere (um ex.secretário de Estado para Director-Geral) foi sancionar a política cultural dos 2 governos anteriores. O comunicado do Sr. Secretário de Estado da Cultura é uma ofensa muito grave!
ResponderEliminar"Ofende os bons quem poupa os maus".